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Fundador da Reag confirma Master como cliente e nega vínculo com PCC à CPI
Publicado 11/03/2026 • 12:46 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 11/03/2026 • 12:46 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: reprodução Reag
Por que a Reag passou a ser investigada pela Polícia Federal?
O fundador da Reag Investimentos, João Carlos Mansur, confirmou nesta quarta-feira (11) à CPI do Crime Organizado, no Senado, que o Banco Master era um dos clientes da gestora. A declaração foi feita ao explicar o modelo de negócios da empresa, em resposta a pedido do presidente do colegiado, senador Fabiano Contarato (PT-ES).
“O Banco Master era um dos clientes, como outros bancos, como outras instituições financeiras e como outras empresas de mercado, um cliente como o senhor, como eu, como o nosso advogado. Normal”, disse Mansur aos senadores.
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Mansur compareceu ao depoimento com habeas corpus concedido pelo ministro do STF Flávio Dino, que assegurou a ele o direito ao silêncio em relação a fatos que pudessem implicar sua autoincriminação. A postura foi adotada na maior parte do depoimento, com o empresário respondendo apenas a perguntas de caráter geral sobre a empresa.
Quando questionado por Contarato sobre a que atribuía a associação entre a Reag e o PCC nas investigações, Mansur afirmou que ficaria calado por estar “em um ambiente público”.
Em um dos poucos momentos em que falou diretamente sobre as acusações, Mansur negou qualquer ligação com o Primeiro Comando da Capital. “Trabalhamos de forma muito diligente, muito consciente. Infelizmente passou um rolo compressor. Não temos nenhuma ligação. No procedimento da Carbono Oculto, em 15 mil páginas, não existe nenhuma menção à associação com o PCC ou com o crime organizado”, afirmou.
O empresário também defendeu a gestora das suspeitas que pesam sobre ela. “Nosso mercado penaliza o independente”, disse, ao afirmar que a Reag foi penalizada por ser “grande e independente”.
A Reag é alvo de duas frentes de investigação. Na operação Compliance Zero, a Polícia Federal apura um esquema de venda de carteiras de crédito inexistentes pelo Master ao Banco de Brasília (BRB). O Banco Central alertou a PF e o Ministério Público Federal sobre um suposto esquema bilionário entre Master e Reag, que agiria como operadora de triangulação de recursos oriundos de fraudes.
Anteriormente, em agosto, a gestora foi alvo da operação Carbono Oculto, que investigou esquema de lavagem de dinheiro envolvendo o PCC. O BC decretou a liquidação extrajudicial da Reag em janeiro de 2026.
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