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O que é o G7 e por que esse grupo de países tem tanto peso na economia mundial
Publicado 13/03/2026 • 09:30 | Atualizado há 27 minutos
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Publicado 13/03/2026 • 09:30 | Atualizado há 27 minutos
KEY POINTS
Foto: Reuters
O que é o G7 e por que é importante para a economia
Em meio aos conflitos no Oriente Médio, as questões geopolíticas entram em pauta novamente. Apesar de a nova guerra ser composta, até o momento, por 3 países, Estados Unidos, Israel e Irã, as demais nações também sofrem indiretamente com a escalada da guerra. Com isso, grupos diplomáticos como o G7 podem atuar diretamente.
O G7, grupo formado por sete das principais potências econômicas do mundo, volta ao centro das discussões internacionais em meio aos conflitos em andamento. Além da guerra no Oriente Médio, o cenário global também é marcado pela guerra entre Ucrânia e Rússia, temas que frequentemente entram na agenda de debates do bloco.
Leia também: G7 se aproxima de recorrer a reservas de petróleo para enfrentar alta de preços
De acordo com a Council on Foreign Relations (CRF), o G7, ou Grupo dos Sete, é um bloco formado por algumas das maiores economias desenvolvidas do mundo. O grupo reúne:
Além da participação da União Europeia em suas reuniões.
Esses países se encontram regularmente para discutir temas como economia global, segurança internacional, tecnologia e mudanças climáticas, buscando coordenar políticas e ações conjuntas diante de desafios globais.
No geral, o grupo funciona como um espaço de diálogo entre governos de grandes economias industriais, permitindo que líderes políticos e ministros discutam estratégias econômicas e políticas que podem influenciar o cenário internacional em momentos como os atuais.
O G7 foi criado em 1975, inicialmente como Grupo dos Seis (G6), reunindo Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e, na época, Alemanha Ocidental.
O objetivo era criar um fórum para discutir problemas econômicos globais, como inflação, agravados pela crise do petróleo da década de 1970 e pelo embargo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP). Um ano depois, o Canadá passou a integrar o grupo, consolidando a formação atual do G7.
Desde então, o grupo realiza encontros anuais entre chefes de Estado e de governo, conhecidos como Cúpulas do G7, nos quais são debatidas políticas econômicas, comércio internacional, segurança, tecnologia e outros temas globais. A tendência é que o grupo se reúna com mais urgência em situações que afetam diretamente a economia dos representantes, como no caso da guerra do Irã e da inflação do petróleo.
Ainda de acordo com a CRF, em 2024, o Produto Interno Bruto (PIB) combinado dessas nações ultrapassava US$ 57 trilhões, o equivalente a cerca de 29% da economia global, o que explica a grande influência do bloco nas decisões financeiras e políticas internacionais.
Além disso, as decisões tomadas pelo grupo costumam influenciar políticas econômicas globais, como sanções internacionais, investimentos em infraestrutura e iniciativas de cooperação financeira. Um exemplo recente foi a coordenação de sanções econômicas contra a Rússia após a invasão da Ucrânia.
Leia também: G7 está pronto para agir para estabilizar mercado de energia, diz ministra das Finanças do Japão
Apesar das críticas sobre a representatividade do grupo, já que grandes economias emergentes como China, Índia e Brasil não fazem parte do bloco, o G7 continua sendo um dos principais grupos de coordenação política e econômica entre os países industrializados.
Dessa forma, embora a maioria dos países do G7 não esteja diretamente envolvida nas guerras atuais, os impactos desses conflitos na economia global podem levar o grupo a adotar medidas, incluindo ações diplomáticas e até sanções contra os países envolvidos.
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