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Regulação do Banco Central e IA devem transformar mercado cripto no Brasil

Publicado 12/03/2026 • 22:41 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • As exigências regulatórias do Banco Central e a integração da inteligência artificial no ecossistema de criptoativos devem transformar profundamente o mercado brasileiro.
  • Segundo especialistas, o aumento das exigências de governança e capital visa um controle mais estrito do regulador sobre o setor.

As exigências regulatórias do Banco Central e a integração da inteligência artificial no ecossistema de criptoativos devem transformar profundamente o mercado brasileiro, acelerando fusões e a automação de transações, disse Rodrigo Batista, CEO da Digitra e do token DGTA, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.

Ele destacou que o aumento das exigências de governança e capital visa um controle mais estrito do regulador sobre o setor: “O Banco Central colocou exigências altas para que o número de empresas no mercado diminua e ele tenha um grupo menor para acompanhar. Devemos ver empresas nacionais e estrangeiras saindo, além de um movimento de fusões e aquisições”.

Sobre a convergência tecnológica, o especialista apontou que a autonomia dos softwares está criando uma nova dinâmica financeira global: “Agentes de inteligência artificial já têm a habilidade de criar contas e carteiras sem pedir autorização para humanos ou CPF. Em breve, teremos mais criptomoedas sendo movimentadas por IA do que por pessoas reais”.

A integração entre blockchain e inteligência artificial também é um pilar central para investidores globais, conforme explicou Cosmo Jiang, Gerente-geral da Pantera Capital. O fundo, sediado nos Estados Unidos, foca em ativos que podem escalar com o uso de novas tecnologias digitais.

Jiang afirmou que a infraestrutura das criptomoedas oferece os trilhos ideais para o crescimento das atividades autônomas: “Notamos mais atividade acontecendo nos trilhos da blockchain após lançamentos de novas IAs. À medida que agentes autônomos participarem do comércio, a blockchain vai conseguir satisfazer essas restrições por ter trilhos financeiros nativos digitais”.

A aprovação do projeto de lei Market Clarity Act nos Estados Unidos deve impulsionar ainda mais esse cenário, disse Rony Szuster, Head de Research do Mercado Bitcoin, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Ele destaca que o projeto traz clareza regulatória para a maior economia do mundo.

Szuster acredita que o cenário é de recuperação após a máxima de 126 mil dólares (R$ 658 mil) do ano passado: “O projeto tem cerca de 70% de chance de ser aprovado este ano, o que abre potencial para a entrada massiva de capital institucional e do varejo. Isso deve ocorrer apesar da volatilidade recente causada por crises geopolíticas”.

Complementando a visão sobre a evolução do setor, Bruno Faria, CEO e sócio da Bloxs, explicou ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC como a tecnologia está mudando o mercado de capitais. Para ele, a eficiência virá da automação de processos que hoje ainda dependem de burocracia excessiva.

O executivo detalhou as vantagens técnicas dessa infraestrutura para o sistema financeiro: “A blockchain pode automatizar processos repetitivos de registro, liquidação e custódia, reduzindo problemas de conciliação. Isso torna o ativo mais programável em termos de compliance e pagamentos, resultando em um processo muito mais barato”.

Faria também comentou o impacto das novas resoluções do Banco Central sobre as prestadoras de serviços de ativos virtuais no país: “Empresas que não possuem capital social mínimo de 10 milhões de reais (R$ 52.3 milhões) precisarão se fundir a grupos maiores ou mudar seus planos de negócio, pois a régua de supervisão subiu”.

A mudança no perfil das empresas brasileiras é vista como um movimento necessário de institucionalização pelo CEO da Bloxs: “A regulação retira o mercado da zona cinzenta e atrai o investidor qualificado, que exige segurança jurídica. É natural que empresas menores enfrentem dificuldades, mas isso aumenta a confiabilidade do setor como um todo”.

Quanto ao futuro das instituições tradicionais, Rodrigo Batista, CEO da Digitra, acredita que a tecnologia forçará uma evolução radical: “Não acredito em substituição, mas em complementariedade. As criptomoedas possibilitam a redução de custos e novos produtos, mas os bancos são protegidos por regulação e pelo status quo”.

Por fim, o executivo reforçou o papel do Bitcoin como proteção patrimonial contra a inflação: “Diferente das moedas fiduciárias que os governos podem imprimir, o Bitcoin tem um limite de 21 milhões de unidades. Ele foi desenhado para ser um antissistema que protege o investidor da desvalorização”.

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