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Bilhões em jogo: top 5 maiores FIDCs do Brasil
Publicado 24/03/2026 • 16:20 | Atualizado há 4 horas
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Publicado 24/03/2026 • 16:20 | Atualizado há 4 horas
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Foto: Freepik
Bilhões em jogo: top 5 maiores FIDCs do Brasil
O mercado de crédito no Brasil é diretamente influenciado pelo nível de juros definido no país, o que impacta o planejamento financeiro de bancos e instituições. Nesse cenário, os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) vêm ganhando destaque, impulsionados pela busca por crédito fora do sistema bancário tradicional e por alternativas de investimento com maior rentabilidade.
Um levantamento da Gueratto Press, com base em dados públicos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) dos primeiros meses de 2026, identificou os maiores gestores e consultores do segmento no Brasil.
Leia também: Guerra pode apertar crédito e dificultar cenário para emergentes, diz FMI
De acordo com informações do Gov.br, os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs), também conhecidos como fundos de recebíveis, são veículos destinados a investidores que aplicam recursos principalmente em créditos originados de operações comerciais, financeiras, industriais ou de serviços.
Na prática, funcionam como um “condomínio” de investidores, no qual pelo menos 50% do patrimônio é direcionado a esses Direitos Creditórios, enquanto o restante pode ser investido em títulos públicos e ativos de renda fixa. Regulados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), os FIDCs podem ser estruturados como fundos abertos ou fechados, conforme as regras de resgate de cotas.
O ranking mais recente mostra uma forte concentração de patrimônio líquido entre os principais gestores do país. Veja os cinco maiores:
Lidera o ranking com cerca de R$ 6,2 bilhões em patrimônio líquido, mantendo a primeira posição no mercado.
Aparece na segunda colocação, com aproximadamente R$ 4,5 bilhões, registrando crescimento relevante no período analisado.
Ocupa o terceiro lugar, com cerca de R$ 3,3 bilhões em patrimônio.
Com aproximadamente R$ 3,1 bilhões, segue entre os principais nomes do setor.
Fecha o top 5 com cerca de R$ 2,8 bilhões em patrimônio líquido.
Leia também: Agronegócio: por que o crédito ficou mais difícil para o setor
Segundo o levantamento, a tendência é de continuidade desse movimento. A digitalização do mercado, a ampliação do crédito para setores como agronegócio, construção civil e infraestrutura, além de um maior apetite por risco.
Nesse cenário, o crédito tende a ficar menos concentrado nos grandes bancos e mais distribuído entre diferentes estruturas financeiras, indicando uma mudança estrutural no sistema e consequentemente impulsionando o crescimento dos FIDCs.
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