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Guerra pode apertar crédito e dificultar cenário para emergentes, diz FMI
Publicado 19/03/2026 • 17:28 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 19/03/2026 • 17:28 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
A diretora de Comunicações do Fundo Monetário Internacional (FMI), Julie Kozack, alertou que a guerra no Oriente Médio pode tornar o ambiente financeiro mais difícil para economias emergentes, incluindo o Brasil, classificando o cenário atual como “fluido” e “incerto”.
Segundo ela, condições financeiras globais mais apertadas têm potencial de pressionar emergentes e até algumas economias avançadas, em meio à escalada do conflito entre EUA, Israel e Irã.
Kozack destacou que os mercados globais já reagiram com aumento da volatilidade, mas reforçou que os efeitos dependerão da duração e intensidade da guerra, que está em sua terceira semana.
“Os preços das ações globais caíram, enquanto os rendimentos dos títulos subiram em diversos países”, afirmou, citando tanto economias avançadas – como EUA, Reino Unido e Europa – quanto mercados emergentes.
Leia mais: FMI alerta para impacto da guerra com o Irã sobre inflação global e crescimento econômico
Ela ressaltou que o impacto final ainda é incerto, já que depende da evolução do conflito e de seus canais de transmissão para a economia global.
Apesar do cenário desafiador, a Argentina tem reagido “relativamente bem” ao choque, segundo Kozack, mesmo diante de um ambiente global mais adverso.
Ela afirmou que há avanços em frentes-chave da economia, com negociações em andamento entre o FMI e o governo argentino.
A principal diferença, segundo a porta-voz, é que o país agora atua como exportador líquido de energia, ao contrário de 2022, quando era importador.
Leia mais: FMI manifesta apoio à reforma na Argentina e defende dados precisos e acumulação de reservas
“A Argentina exportou cerca de US$ 8 bilhões em petróleo e gás no último ano”, destacou.
Para o FMI, essa mudança representa um fator relevante de mitigação diante do choque externo e deve contribuir para melhorias no médio prazo.
Kozack também ressaltou que reformas econômicas seguem avançando, com o objetivo de consolidar os ganhos iniciais de estabilização da economia argentina.
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