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Goldman Sachs lucra US$ 5,63 bi no primeiro trimestre com alta de 24% no lucro por ação

Publicado 13/04/2026 • 10:57 | Atualizado há 3 horas

KEY POINTS

  • Goldman Sachs registra lucro de US$ 5,63 bilhões no primeiro trimestre de 2026, com EPS de US$ 17,55.
  • Receita de banco de investimento sobe 48% na comparação anual, impulsionada por fusões e aquisições.
  • Ações em renda variável crescem 27% e puxam resultado do Goldman Sachs no trimestre.
Goldman Sachs

Uma tela exibe o logotipo da empresa Goldman Sachs no pregão da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), na cidade de Nova York, EUA, em 7 de maio de 2025.

REUTERS/Brendan McDermid/Foto de arquivo

O Goldman Sachs encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido de US$ 5,63 bilhões e receita líquida total de US$ 17,23 bilhões, segundo resultados divulgados nesta segunda-feira (13). O lucro diluído por ação chegou a US$ 17,55, avanço de 24% frente aos US$ 14,12 registrados no mesmo período de 2025.

O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio dos acionistas ordinários (ROE) ficou em 19,8% no período. O valor patrimonial por ação subiu 1% no trimestre, para US$ 361,19.

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Bancos de investimento puxam crescimento

A divisão Global Banking & Markets foi a principal responsável pelo desempenho do Goldman Sachs no período, com receita líquida de US$ 12,74 bilhões, alta de 19% na comparação anual.

As taxas de banco de investimento somaram US$ 2,84 bilhões, avanço de 48% sobre o primeiro trimestre de 2025. O crescimento foi puxado por assessoria em fusões e aquisições, com receita de US$ 1,49 bilhão, além de emissão de ações, especialmente em ofertas conversíveis.

Na renda variável, a receita chegou a US$ 5,33 bilhões, alta de 27% ante o mesmo trimestre do ano anterior. O desempenho foi liderado pelo segmento de financiamento em renda variável, com destaque para prime financing.

FICC recua, mas commodities compensam

A área de renda fixa, câmbio e commodities (FICC) registrou receita de US$ 4,01 bilhões, queda de 10% frente ao primeiro trimestre de 2025. O recuo refletiu desempenho mais fraco em produtos de taxas de juros e hipotecas, parcialmente compensado por alta em commodities e câmbio.

Gestão de ativos mantém ritmo

A divisão Asset & Wealth Management gerou receita de US$ 4,08 bilhões no trimestre, crescimento de 10% na base anual. As taxas de gestão avançaram para US$ 3,08 bilhões, refletindo o aumento nos ativos sob supervisão, que totalizaram US$ 3,65 trilhões ao fim de março.

Os ativos sob supervisão registraram captação líquida de US$ 87 bilhões no trimestre, com entradas em renda variável, renda fixa e alternativos.

Despesas e capital

As despesas operacionais totalizaram US$ 10,43 bilhões, alta de 14% sobre o primeiro trimestre do ano anterior, com o índice de eficiência praticamente estável em 60,5%.

No período, o Goldman Sachs devolveu US$ 6,38 bilhões aos acionistas, sendo US$ 5 bilhões em recompras de ações e US$ 1,38 bilhão em dividendos. O conselho aprovou dividendo de US$ 4,50 por ação ordinária, a ser pago em 29 de junho de 2026.

Cenário volátil

O presidente e CEO David Solomon avaliou o trimestre como de “desempenho muito forte” mesmo diante da piora nas condições de mercado. “Nossos clientes continuam a depender de nós para execução de alta qualidade e perspectivas em meio à incerteza mais ampla”, disse Solomon. “O cenário geopolítico permanece muito complexo, por isso a gestão disciplinada de risco deve continuar sendo o centro de como operamos.”

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