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Combustíveis

Alckmin defende autossuficiência em diesel e fertilizantes: “daqui 5 anos talvez não precise mais importar”

Publicado 13/04/2026 • 10:49 | Atualizado há 3 horas

KEY POINTS

  • O Brasil pode deixar de importar diesel em até cinco anos, segundo vice-presidente, Geraldo Alckmin.
  • Brasil importa fertilizantes do Irã e da região do Estreito de Ormuz, alertou Alckmin no Summit Connect Infra, em SP.
  • Vice-presidente defende política de Lula para garantir fornecimento de insumos em meio a conflitos globais.
13-04-2026 Vice Presidente da República Geraldo Alckmin durante Palestra Magna de Abertura no Summit Connect Infra. Foto : Cadu Gomes/VPR

13-04-2026 Vice Presidente da República Geraldo Alckmin durante Palestra Magna de Abertura no Summit Connect Infra. Foto : Cadu Gomes/VPR

O vice-presidente, Geraldo Alckmin, defendeu nesta segunda-feira (13) a busca por autossuficiência em diesel e fertilizantes como forma de proteger a economia brasileira dos efeitos dos conflitos internacionais. A fala foi feita na palestra de abertura do Summit Connect Infra, em São Paulo (SP).

“Não temos o condão de parar a guerra, mas de minimizar os efeitos para a população brasileira”, afirmou Alckmin.

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Sobre combustíveis, o vice-presidente destacou que o Brasil já produz 70% do diesel que consome e projetou avanço ainda maior. “Daqui a cinco anos talvez não precise mais importar diesel“, disse.

Alckmin também sinalizou preocupação com a dependência externa de fertilizantes. Segundo ele, o país importa o insumo do Irã e de países localizados na região do Estreito de Ormuz, área de alta tensão geopolítica. Sobre a postura do governo federal, o vice-presidente avaliou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tomou a decisão correta ao garantir o fornecimento desses produtos.

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Os contratos futuros do petróleo Brent, com vencimento em junho de 2026, estão sendo negociados com alta de 8% na InterContinental Exchange (ICE), de Londres, a US$ 102,70 o barril, após o fim das negociações de cessar-fogo entre os Estados Unidos e Irã, em Islamabad, capital do Paquistão, na madrugada de sábado para domingo.

O WTI americano seguiu o mesmo caminho e avançou mais de 8%, a US$ 104,40 o barril, após o presidente Donald Trump ameaçar, no domingo, o bloqueio naval do Estreito de Ormuz.

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A medida entrou em vigor às 10h do horário de Washington na segunda-feira (13), mirando embarcações de todas as nacionalidades que tentassem entrar ou sair de portos e áreas costeiras iranianas no Golfo Pérsico e no Golfo de Omã.

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