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Quem é Alexandre Ramagem, ex-deputado, ex-PF e ex-diretor da Abin preso pelo ICE nos EUA
Publicado 13/04/2026 • 16:02 | Atualizado há 4 dias
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Publicado 13/04/2026 • 16:02 | Atualizado há 4 dias
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Foto: Agência Brasil
O ex-deputado federal Alexandre Ramagem, que também dirigiu a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), foi preso nos Estados Unidos nesta segunda-feira (13) por agentes do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos EUA (ICE). A informação foi comunicada à Polícia Federal.
Condenado a mais de 16 anos de prisão por envolvimento na tentativa de golpe e proibido de deixar o Brasil, ele ainda assim viajou ao exterior. O processo de extradição já havia sido formalizado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) e enviado às autoridades norte-americanas em novembro de 2025.
A cassação de seu mandato ocorreu em dezembro do ano passado, na mesma sessão em que a Câmara retirou o cargo de Eduardo Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Após a decisão, Ramagem declarou que a medida foi uma “canetada” e afirmou que o presidente da Casa, Hugo Motta, atuava como “subordinado de um ministro ditador”, em referência a Alexandre de Moraes.
A relação de Ramagem com Bolsonaro remonta à campanha de 2018, quando passou a integrar a equipe de segurança do então candidato após a faca de Juiz de Fora. No ano seguinte, assumiu a superintendência da Polícia Federal no Ceará, mas deixou o posto para atuar no governo federal. Posteriormente, foi nomeado chefe da Abin.
Durante sua gestão, tornou-se alvo de investigações sobre o uso da estrutura da agência para monitoramento irregular de autoridades e outras pessoas por meio do sistema FirstMile. Segundo a Polícia Federal, foram realizados cerca de 33 mil acessos desse tipo. A operação “Vigilância Aproximada”, vinculada à “Primeira Milha”, resultou no cumprimento de mandados de busca e na prisão de servidores da agência. Ramagem atribuiu as apurações a uma suposta “austeridade” implementada no período.
O Supremo Tribunal Federal o condenou por organização criminosa armada, tentativa de ruptura do Estado de Direito e golpe de Estado, com pena de 16 anos, 1 mês e 15 dias em regime fechado, além da perda do mandato. Parte das acusações relacionadas aos atos de 8 de janeiro teve análise suspensa por tratar de fatos posteriores à diplomação.
A defesa apresentou recursos, sustentando participação de “menor importância” e questionando a aplicação automática da perda do cargo de delegado da Polícia Federal, além de argumentar que o crime teria caráter contínuo após a diplomação.
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