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Presidente do Equador espera superar crise diplomática com Colômbia após eleições

Publicado 13/04/2026 • 16:34 | Atualizado há 4 dias

KEY POINTS

  • O conflito com Gustavo Petro começou com críticas sobre combate ao narcotráfico e evoluiu de disputa tarifária para crise diplomática
  • Ambos os países elevaram tarifas de importação para 100% e retiraram seus embaixadores, agravando o rompimento nas relações
  • Noboa afirma que a insegurança na fronteira de 600 km obriga o Equador a gastar cerca de US$ 400 milhões e defende negociação após o cenário eleitoral colombiano se definir

Carlos Silva/Presidência da República.

Foto de arquivo - 17/01/2026. O presidente do Equador, Daniel Noboa, durante a sessão do Gabinete Ministerial, com a participação de ministros e secretários de Estado, no Palácio do Governo.

O presidente do Equador, Daniel Noboa, declarou nesta segunda-feira (13) que espera obter uma solução para a crise diplomática e comercial com a Colômbia após as eleições de maio neste país vizinho.

Ambos os Estados estão em conflito desde fevereiro devido às críticas do mandatário equatoriano de direita sobre a suposta falta de apoio de seu homólogo de esquerda, Gustavo Petro, ao combate ao tráfico de drogas na fronteira comum.

O que começou como uma guerra tarifária escalou para uma crise diplomática após Petro se referir ao ex-vice-presidente equatoriano Jorge Glas como “preso político”. Condenado por diferentes casos de corrupção, Glas é um aliado do ex-mandatário Rafael Correa, inimigo ferrenho de Noboa.

Na semana passada, Colômbia e Equador elevaram para 100% as tarifas de importação em ambos os sentidos e solicitaram o retorno de seus embaixadores.

“Não tenho grande esperança de que Petro mude”, disse Noboa em uma entrevista de rádio nesta segunda-feira, ao ser questionado sobre a relação entre os dois países, que mantinham um importante intercâmbio comercial.

O presidente equatoriano afirma que, devido ao descaso da Colômbia na linha de fronteira de cerca de 600 quilômetros, o Equador precisa destinar cerca de 400 milhões de dólares (R$ 2 bilhões, na cotação atual) para enfrentar a insegurança.

“Esperamos que, depois destas eleições, possamos nos sentar e dar uma solução de longo prazo para este problema que temos na fronteira”, declarou.

A Colômbia realizará eleições em 31 de maio. A campanha está marcada pelo assassinato, no ano passado, do senador Miguel Uribe, que buscava ser o candidato presidencial do partido de direita Centro Democrático.

No domingo, o governo colombiano reforçou a segurança de uma candidata da oposição devido a ameaças de morte.

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