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S&P 500 e Nasdaq batem novos recordes com possível trégua entre EUA e Irã
Publicado 15/04/2026 • 17:54 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 15/04/2026 • 17:54 | Atualizado há 3 horas
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O S&P 500 e Nasdaq encerraram a quarta-feira (15) em novas máximas históricas em meio à leitura de que a guerra entre Estados Unidos e Irã pode caminhar para uma solução diplomática.
O S&P 500 subiu 0,80%, aos 7.022,95 pontos, e o Nasdaq avançou 1,59%, aos 24.016,02 pontos, ambos em máximas históricas de fechamento. Já o Dow Jones caiu 72,27 pontos, ou 0,15%, aos 48.463,72 pontos.
O movimento refletiu a continuidade do apetite por risco em Wall Street, após investidores reduzirem a percepção de ameaça imediata no Oriente Médio e voltarem a comprar ações, especialmente de tecnologia.
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Na semana, o S&P 500 acumula alta de 3%, depois de recuperar as perdas provocadas pela escalada do conflito com o Irã. O Nasdaq sobe quase 5% no período e o Dow avança mais de 1%.
O mercado reagiu a novas sinalizações de que Washington e Teerã podem retomar negociações. Em entrevista à mídia local, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a guerra está “muito perto do fim” e voltou a dizer que o Irã quer fechar um acordo.
Uma segunda rodada de conversas entre os dois países está em discussão, segundo uma autoridade da Casa Branca ouvida pela CNBC na terça-feira (14), embora ainda não haja data oficial marcada.
A leitura predominante entre investidores é a de que um acordo poderia reduzir o risco de interrupções no fluxo de petróleo e mercadorias pelo Estreito de Ormuz, uma das rotas mais sensíveis para o comércio global.
Entre os destaques do dia, a Broadcom subiu 4%, após a Meta ampliar a parceria com a empresa para o desenvolvimento de chips personalizados de inteligência artificial.
O setor de tecnologia voltou a liderar os ganhos em Nova York. O Nasdaq engatou a 11ª alta consecutiva, enquanto o S&P 500 registrou a 10ª sessão positiva em 11 pregões.
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No radar macroeconômico, o Livro Bege do Federal Reserve mostrou que a economia americana cresceu em ritmo “leve a moderado” nas últimas seis semanas. O documento, porém, apontou que a guerra com o Irã segue como uma fonte importante de incerteza para as empresas e indicou pressão maior sobre consumidores, especialmente os de renda baixa e média.
Mesmo com esse pano de fundo, prevaleceu no mercado a avaliação de que o cenário geopolítico ficou menos adverso no curto prazo, o que sustentou a renovação de máximas em Wall Street.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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