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PGR acusa Juscelino Filho de esquema milionário com emendas parlamentares
Publicado 08/04/2025 • 15:40 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 08/04/2025 • 15:40 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou denúncia contra o ministro das Comunicações, Juscelino Filho (União), por suspeita de envolvimento em um esquema de desvio de emendas parlamentares. O processo tramita em segredo de Justiça no Supremo Tribunal Federal (STF), sob a relatoria do ministro Flávio Dino.
Segundo a investigação, os desvios ocorreram quando Juscelino ainda era deputado, antes de integrar o atual governo. As emendas teriam sido direcionadas à Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), com foco em obras no município de Vitorino Freire, no Maranhão, cuja administração estava a cargo de Luanna Rezende, irmã do ministro.
A Polícia Federal (PF) indiciou Juscelino em 2024, incluindo-o em um inquérito sobre organização criminosa e corrupção passiva, relacionado às obras de pavimentação na cidade maranhense. Um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) indicou que 80% dos recursos destinados às obras beneficiaram propriedades do ministro e de sua família na região.
Em resposta, a defesa de Juscelino afirmou que ainda não foi formalmente notificada sobre a denúncia e questionou a divulgação do caso à imprensa antes de qualquer manifestação nos autos do processo. A defesa também destacou que, como deputado federal, Juscelino apenas indicou emendas para financiar obras, sendo que os processos de licitação e execução são de responsabilidade do Poder Executivo.
O STF segue com a relatoria do caso, e fontes próximas a Flávio Dino indicam que ele não se declarará suspeito para julgá-lo, pois não mantinha uma relação próxima com Juscelino, apesar de ambos terem atuado juntos no governo Lula.
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