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Após 20 anos, Brasil retoma produção de insulina
Publicado 14/07/2025 • 13:09 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 14/07/2025 • 13:09 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Brasil voltará a produzir o medicamento de forma 100% nacional, por meio da Fundação Ezequiel Dias (Funed) e da empresa brasileira Biomm.
Ricardo Stuckert/PR
Nesta sexta-feira (11), na fábrica da Biomm, em Nova Lima, Minas Gerais, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, recebeu o primeiro lote de insulinas produzidas por meio de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP). A ação integra a transferência de tecnologia da farmacêutica indiana Wockhardt. Com isso, o Brasil voltará a produzir o medicamento de forma 100% nacional, por meio da Fundação Ezequiel Dias (Funed) e da empresa brasileira Biomm.
Durante o evento, foram distribuídas 207.385 mil unidades do medicamento — sendo 67.317 frascos de insulina regular e 140.068 de insulina NPH. Com a transferência total da tecnologia, o Brasil passará a produzir 50% da demanda de insulinas NPH e regular para o SUS, representando cerca de 45 milhões de doses anuais.
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“Hoje é um dia histórico para a saúde pública brasileira. Depois de mais de duas décadas sem produzir insulina humana, o Brasil retoma essa fabricação para ser entregue ao Sistema Único de Saúde e contribuir com a saúde da população. Estamos vivenciando um momento de celebração com a entrega da insulina humana recombinante ao Ministério da Saúde e ao SUS.”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Além disso, o ministro afirma que o Brics está acontecendo na realidade, mudando a vida da população brasileira e gerando emprego, renda e tecnologia aqui em Minas Gerais.
“Uma iniciativa como essa traz segurança aos pacientes de que, independentemente de qualquer crise — como a que vivemos durante a pandemia —, o país tem soberania na produção desse medicamento tão importante. Cerca de 10% da população brasileira tem diabetes, e parte dessas pessoas precisa usar insulina. Isso garante tranquilidade, segurança e estabilidade tanto para o SUS quanto para os cidadãos que dependem do medicamento”, aponta o ministro.
O investimento de R$ 142 milhões na aquisição da tecnologia vai beneficiar cerca de 350 mil pessoas com diabetes. Estão previstas entregas de 8,01 milhões de unidades de insulina, entre frascos e canetas, para a rede pública em 2025 e 2026.
A ação integra a Estratégia Nacional para o Desenvolvimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde e busca diminuir a dependência externa na compra desse medicamento essencial para o SUS.
O Ministério da Saúde aprovou, no início de 2025, além das insulinas NPH e regular, uma PDP para viabilizar a produção nacional de insulina glargina.
O projeto reúne Bio-Manguinhos (Fiocruz), Biomm e a farmacêutica chinesa Gan & Lee, com previsão inicial de fabricar 20 milhões de frascos para abastecer o SUS. O medicamento será usado no tratamento de pacientes com diabetes mellitus tipos 1 e 2.
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