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Anfavea se reúne com Haddad, apresenta dados do 1º tri e aborda preocupação com importados
Publicado 14/04/2025 • 18:56 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 14/04/2025 • 18:56 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente da Anfavea, Márcio de Lima Leite, reforçou em reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nesta segunda-feira (14), a preocupação do setor automotivo com o crescimento “contínuo” de carros importados, especialmente da China. Ele destacou que, no trimestre, houve uma alta de 25% nas importações, sendo que do total do mercado interno, 65% foi capturado pelos importados.
Leite evitou fazer uma análise mais aprofundada da declaração dada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, nesta segunda, que prometeu uma ajuda à indústria automobilística nos Estados Unidos. Ele observou, por sua vez, que, pelo tamanho do mercado americano, qualquer mudança lá gerará impactos para o Brasil.
Para o presidente da Anfavea, a fala de Trump nesta segunda sinalizou para “talvez” um arrefecimento nas alíquotas cobrados sobre o setor automotivo do México. “Deve ter uma dosagem um pouco menor do que a gente imaginava, que era uma tributação de imediato para 25%”, disse a jornalistas após se reunir com Haddad no Ministério da Fazenda junto do novo presidente executivo indicado da entidade, Igor Calvet.
Na semana passada, a Anfavea alertou que as tarifas cobradas por Trump nos carros produzidos no México poderiam fazer com que o Brasil enfrentasse uma maior concorrência com a chegada de mais veículos mexicanos aqui.
Segundo Leite, a reunião com Haddad não tratou dos detalhes do que foi comentado hoje por Trump, mas abordou “toda a confusão” que tem causado a política tarifária de Trump. “O governo brasileiro tem feito um bom trabalho. Então, nós temos tido a oportunidade de apresentar para o ministro Haddad e para o vice-presidente Geraldo Alckmin aqueles pontos dos programas anunciados pelo presidente Donald Trump naquilo que pode impactar o Brasil”, disse.
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