Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
‘Senado não se curva a abusos financeiros’, diz Renan sobre a criação de grupo para acompanhar caso Master
Publicado 16/01/2026 • 17:05 | Atualizado há 38 minutos
Trump ameaça impor novas tarifas para pressionar negociação sobre a Groenlândia
Mitsubishi, do Japão, vai adquirir ativos de gás de xisto nos EUA por US$ 7,5 bilhões
Dono do Los Angeles Rams se torna o maior proprietário privado de terras dos EUA
OpenAI alerta investidores para declarações “absurdas” de Elon Musk; entenda
Cloudflare adquire mercado de dados de inteligência artificial
Publicado 16/01/2026 • 17:05 | Atualizado há 38 minutos
KEY POINTS
Tom Molina/FotoArena/Estadão Conteúdo
Senador Renan Calheiros
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) oficializou, nesta quinta-feira (15), a criação de um grupo de trabalho dedicado a acompanhar as investigações sobre o Banco Master. A medida foi formalizada pela Instrução Normativa n° 1/2026, assinada pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), presidente do colegiado.
O foco central é apurar irregularidades no sistema financeiro, incluindo a suposta fraude de R$ 12,2 bilhões na venda de carteiras de crédito da instituição para o Banco de Brasília (BRB).
Em pronunciamento nas redes sociais, Renan Calheiros classificou o caso como uma das maiores fraudes da história e garantiu que o Senado Federal não aceitará abusos. O parlamentar afirmou que a comissão vai fiscalizar e cobrar explicações de forma rigorosa, reforçando que o objetivo é proteger a economia sem oferecer blindagem a nenhum envolvido.
A CAE do Senado vai acompanhar de perto as fraudes do Banco Master, uma das maiores da história. O Senado não se curva a abusos do sistema financeiro. Vamos fiscalizar, cobrar explicações e proteger a economia do país sem blindar quem quer que seja, esteja onde estiver.
— Renan Calheiros (@renancalheiros) January 15, 2026
Leia mais:
Governo Federal alega que bets estão ‘tomando conta’ do futebol, da publicidade e promovem corrupção
Banco Master: PGR investiga fraude em fundo que investiu R$ 300 milhões no Atlético-MG
O movimento ocorre após o Banco Central ter determinado a liquidação extrajudicial do Master no último mês de novembro.
O grupo é composto pelos senadores Alessandro Vieira, Damares Alves, Eduardo Braga, Esperidião Amim, Fernando Farias, Leila Barros e Randolfe Rodrigues. De acordo com o documento oficial, os membros possuem prerrogativas para apresentar requerimentos de convocação de autoridades, solicitar informações sigilosas e elaborar novas propostas legislativas.
A atuação do grupo deve dar suporte político às apurações que correm na esfera judicial e nos órgãos de controle financeiro.
As atividades do grupo de trabalho terão início imediato, com a missão de detalhar como o esquema financeiro operou para evitar novos danos ao erário público. A fiscalização deve focar especialmente na transparência das operações entre bancos públicos e instituições privadas sob intervenção.
Com a estrutura montada, o Senado espera acelerar a entrega de relatórios que podem fundamentar futuras ações civis e criminais contra os gestores responsáveis pelo colapso da instituição.
—
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
West Ham aceita vender Paquetá ao Flamengo, mas faz uma exigência; veja qual
2
Trading controlada por grupo russo “some do mapa” e demite 344 no Brasil
3
IPVA Rio de Janeiro 2026: veja datas de pagamento, descontos e como emitir o boleto
4
Banco Master: PGR investiga fraude em fundo que investiu R$ 300 milhões no Atlético-MG
5
Flamengo x Corinthians na Supercopa Rei 2026: quanto custam os ingressos para o jogo?