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Brasil terá concorrente da Starlink e abre mercado de internet via satélite a partir de 2026
Publicado 17/12/2025 • 11:35 | Atualizado há 1 mês
Publicado 17/12/2025 • 11:35 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
A internet via satélite opera hoje com três modalidades principais - Foto: reprodução Unsplash
Starlink no Brasil: quais são os planos disponíveis e quanto custa cada um?
O governo brasileiro trabalha para viabilizar, a partir de 2026, a entrada de uma alternativa à Starlink no mercado nacional de internet via satélite, movimento que pode impactar diretamente empresas dependentes de conectividade em áreas remotas. A informação foi confirmada pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, durante reunião ministerial realizada nesta terça-feira (17).
As negociações envolvem a SpaceSail, empresa chinesa especializada em satélites de órbita baixa (LEO), tecnologia voltada à oferta de internet de alta velocidade e baixa latência. Desde novembro do ano passado, a companhia avalia sua entrada no Brasil, ampliando a concorrência em um mercado hoje dominado pela Starlink.
Atualmente, a SpaceSail opera cerca de 40 satélites, mas tem um plano agressivo de expansão: 648 novos lançamentos nos próximos 14 meses e uma constelação estimada em 15 mil satélites até 2030. Para o mercado, essa escala é um indicativo de capacidade competitiva e de potencial redução de preços no médio prazo.
Leia também: Internet da Starlink: qual é a opção mais barata no serviço de Elon Musk?
Rui Costa já se reuniu com executivos da empresa em Xangai, na sede do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB). Em paralelo, o governo brasileiro firmou um memorando de entendimento com a SpaceSail, que prevê cooperação com a administração pública e o desenvolvimento de projetos conjuntos com a Telebras, enquanto a companhia estuda a viabilidade comercial no país.
Para empresários, a possível chegada de um novo operador representa diversificação de fornecedores estratégicos, maior resiliência digital e oportunidades para setores como agronegócio, mineração, logística, energia, infraestrutura, telecomunicações e serviços financeiros, que demandam conectividade estável fora dos grandes centros.
O movimento também sinaliza uma abertura regulatória e comercial do Brasil para novas soluções de conectividade espacial, em um contexto global de crescente disputa tecnológica e geopolítica no setor de satélites de baixa órbita.
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