Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
CNI cobra equilíbrio institucional e alerta para impactos de crise no STF sobre a economia
Publicado 09/09/2026 • 12:10 | Atualizado há 50 minutos
BREAKING NEWS:
Mendonça recorre a Fachin e classifica como ilegal decisão de Dino sobre chefia da PF
Irã afirma que atingiu embarcações americanas e petroleiros no Estreito de Ormuz em retaliação a ataques; EUA negam
Google investirá valor recorde de US$ 15 bilhões em infraestrutura de IA no ‘Texas da Europa’
Qualcomm e Amazon assinam acordo de parceria de infraestrutura de IA
Governo Trump expressa “profunda preocupação” com os laços da Ford com a China
Meta avança no mercado de agentes de IA enquanto enfrenta questionamentos públicos sobre privacidade e segurança
Publicado 09/09/2026 • 12:10 | Atualizado há 50 minutos
KEY POINTS
Divulgação/CNI
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) defendeu nesta quarta-feira, 9 de setembro, uma atuação equilibrada das instituições diante do agravamento das tensões no Supremo Tribunal Federal (STF). Em manifestação assinada pelo presidente da entidade, Ricardo Alban, a confederação alertou para os possíveis efeitos da instabilidade política e jurídica sobre a confiança no país, os investimentos e a atividade econômica.
A posição ocorre em meio a uma crise envolvendo integrantes da Corte e decisões conflitantes relacionadas a investigações conduzidas no Supremo. O cenário levou o presidente do STF, Edson Fachin, a cancelar a sessão plenária prevista para esta quarta-feira.
Leia também: Crise no STF já foi precificada, mas prolongamento pode elevar risco, diz economista
Na avaliação da CNI, a condução da crise deve considerar não apenas seus desdobramentos institucionais, mas também as consequências para a economia. A entidade argumenta que períodos prolongados de incerteza podem prejudicar decisões de investimento, a geração de empregos e os esforços para elevar a produtividade e a competitividade do país.
“É preciso bom senso e responsabilidade na condução do Brasil”, afirmou Alban no documento.
A manifestação também demonstra preocupação com a possibilidade de disputas políticas ou institucionais interromperem discussões consideradas importantes para o crescimento econômico.
“Não podemos deixar que questões políticas, eleitorais ou crises institucionais travem o desenvolvimento”, declarou o presidente da CNI.
Para a indústria, o Brasil precisa evitar que o atual quadro comprometa oportunidades de expansão em um cenário internacional que pode favorecer novos investimentos e negócios.
Outro ponto levantado pela confederação é a necessidade de que as questões envolvendo autoridades sejam tratadas com transparência, imparcialidade e amplo direito de defesa.
Segundo Alban, “as discussões devem ser livres, públicas e transparentes”, com espaço para esclarecimentos e respeito às garantias legais dos envolvidos.
Leia também: Organizações da indústria, comércio e agro assinam manifesto contra a crise no STF
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCA CNI também defendeu que decisões tomadas durante a crise não sejam influenciadas por interesses partidários. No entendimento da entidade, a preservação da confiança nas instituições passa por respostas que sejam percebidas como equilibradas e compatíveis com as regras democráticas.
A crise no STF ganhou força após o ministro André Mendonça retirar o sigilo de um relatório da Polícia Federal relacionado a uma investigação envolvendo o Banco Master. Segundo o contexto apresentado, o material fazia referência a mensagens ligadas a um contrato de R$ 131 milhões com o escritório de advocacia da esposa do ministro Alexandre de Moraes.
Na sequência, Moraes solicitou uma investigação contra Mendonça no âmbito do Inquérito das Fake News.
O conflito aumentou após Mendonça determinar o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência da corporação. Posteriormente, o ministro Flávio Dino adotou decisão em sentido contrário e manteve os dois dirigentes nos cargos.
A sucessão de medidas divergentes aprofundou a tensão interna no tribunal e levou ao adiamento de julgamentos com repercussão econômica.
Diante do aumento da instabilidade, entidades empresariais passaram a defender uma solução institucional para o impasse. Além da CNI, organizações como a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) se posicionaram sobre a crise.
No caso da CNI, a proposta é que representantes dos poderes públicos, empresários e trabalhadores retomem uma agenda de consenso em torno de temas econômicos considerados estratégicos.
Leia também: Crise no STF já foi precificada, mas prolongamento pode elevar risco, diz economista
“Convocamos todos os poderes constituídos, empresários e trabalhadores pelo consenso em torno de temas estratégicos para o país”, disse Alban.
Entre as prioridades citadas estão a definição de metas fiscais, medidas estruturais para a economia e políticas capazes de estimular investimentos e crescimento.
Ao final da manifestação, a CNI reforça a defesa de estabilidade institucional e previsibilidade para a economia. Para a entidade, a superação da crise é necessária para evitar que as tensões em Brasília aprofundem a deterioração das expectativas e afetem decisões econômicas no país.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
iPhone 18 Pro: veja o horário do lançamento amanhã
2
iPhone 18 Pro: qual o horário do evento da Apple hoje e como acompanhar
3
iPhone 18 Pro: quais novidades esperadas para 2026
4
iPhone 18 Pro: veja tudo o que a Apple pode anunciar amanhã
5
Itaú e Nubank lideram ranking das marcas mais valiosas do Brasil