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Associação das aéreas pede ao governo extensão de subsídios até o fim do ano
Publicado 26/05/2026 • 16:30 | Atualizado há 5 meses
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ano Banana 2 / Imagem gerada por IA com prompt de Allan Ravagnani
Abastecimento de aeronave comercial em aeroporto: querosene de aviação já responde por até 45% dos custos operacionais das companhias
O diretor-presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Juliano Noman, afirmou nesta terça-feira (26) que o setor aéreo já formalizou ao governo federal um pedido para prorrogação das medidas emergenciais adotadas para aliviar os custos das companhias diante da alta do petróleo e do querosene de aviação (QAV). Segundo ele, a proposta é estender os benefícios até o fim do ano.
“O que a gente está discutindo com o governo é ver se é possível fazer alguma coisa totalmente postergada também até o fim do ano. O pedido foi feito a cerca de duas semanas”, afirmou a jornalistas depois de reunião na sede da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE).
Entre as medidas em discussão está a manutenção da alíquota zero de PIS/Cofins sobre o QAV, benefício que vence em 31 de maio. O setor também negocia a ampliação do prazo de postergação das tarifas de navegação aérea cobradas das companhias pelo uso da infraestrutura de controle de tráfego aéreo.
Segundo Noman, o pedido formalizado junto ao governo inclui explicações sobre os impactos da guerra no Oriente Médio sobre os preços internacionais do petróleo, além do efeito dos reajustes recentes do combustível sobre o caixa das empresas.”A queima de caixa está acontecendo agora”, disse.
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Siga o Times | CNBCO executivo explicou que o adiamento das tarifas de navegação não reduz diretamente os custos operacionais das empresas, mas melhora o fluxo de caixa das companhias em um momento de forte pressão financeira causada pela alta do combustível.
“A tarifa de navegação, embora não reduza o custo, tem um efeito caixa importante. Porque você segura o caixa por conta do combustível e paga as tarifas de navegação depois”, afirmou.
As tarifas de navegação começaram a ser postergadas em junho e, pelas regras atuais, os pagamentos referentes a junho, julho e agosto poderão ser quitados posteriormente. Segundo integrantes do setor presentes na reunião, o impacto financeiro dessas cobranças gira em torno de R$ 200 milhões.
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