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BNP espera que BC mexa nos juros e faz previsão para fim de 2026
Publicado 28/11/2025 • 08:33 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 28/11/2025 • 08:33 | Atualizado há 6 meses
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Marcello Casal Jr. / Agência Brasil
A economista-chefe do BNP Paribas e ex-diretora de Assuntos Internacionais do Banco Central (BC), Fernanda Guardado, disse nesta quinta-feira (27/11) esperar que a autarquia comece a cortar a Selic em março, em 0,25 ponto porcentual, e leve a taxa a 12% no fim do ano.
Guardado informou sua previsão ao participar do 4º Seminário Macrolab de Conjuntura, organizado pela FGV-SP.
De acordo com ela, em março o BC terá mais claramente a visão de como a série de estímulos que vem sendo dado à economia está se comportando.
“E o BC pode usar um argumento elegante de que ele está ajustando o nível de condições financeiras, porque caso ele realmente não entregue o corte em janeiro, deixe para março, a taxa de juro real ex ante acaba subindo um pouquinho, as expectativas de inflação caem, a taxa esperada em 12 meses sobe um pouco, e o BC pode dizer: olha, esse 10 está virando 11, então eu vou ajustar aqui”, ponderou a economista do BNP Pariba.
Leia mais:
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Guardado argumentou que é mais fácil dizer onde o ciclo começa do que dizer onde o ciclo termina. “O cenário que a gente tem é um início de corte de 0,25 ponto porcentual em março, seguido de dois movimentos de 0,50, terminando no ano em 12%. Só que esse 12% é uma média de dois cenários, um negativo e um positivo, que vão depender de como vai ser a reação do mercado ao cenário eleitoral e de quanto o real anda, por um lado ou por outro, porque o real é uma peça-chave na determinação da inflação corrente”, disse.
Para a economista, o BC pode ser forçado a parar antes, caso esteja tendo um cenário muito negativo no Brasil ou pode-se criar um espaço para ir adiante, principalmente, se houver um plano crível de quem quer que seja eleito, para endereçar os problemas diversos da economia brasileira.
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