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Economia Brasileira

Dívida federal atinge R$ 8,641 trilhões em janeiro e estrangeiros ampliam participação

Publicado 25/02/2026 • 20:01 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • Dívida Pública Federal avançou 0,07% em janeiro e chegou a R$ 8,641 trilhões, segundo o Tesouro Nacional.
  • Juros somaram R$ 74,79 bilhões no mês, parcialmente compensados por resgates líquidos de R$ 68,76 bilhões.
  • Participação de estrangeiros na dívida interna subiu para 10,69%, com estoque de R$ 890,27 bilhões.
A Dívida Pública Federal (DPF) encerrou janeiro em R$ 8,641 trilhões, com leve alta de 0,07% frente aos R$ 8,635 trilhões registrados em dezembro, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (25) pelo Tesouro Nacional. O movimento reflete principalmente o impacto da incorporação de juros no período.

A Dívida Pública Federal (DPF) encerrou janeiro em R$ 8,641 trilhões, com leve alta de 0,07% frente aos R$ 8,635 trilhões registrados em dezembro, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (25) pelo Tesouro Nacional. O movimento reflete principalmente o impacto da incorporação de juros no período.

No mês, a correção de juros sobre o estoque da dívida somou R$ 74,79 bilhões, valor que foi parcialmente compensado por resgates líquidos de R$ 68,76 bilhões, reduzindo a pressão sobre o total devido. O resultado mostra um equilíbrio entre o custo financeiro e a estratégia de gestão do passivo adotada pelo governo.

Estrutura da dívida e avanço dos investidores estrangeiros

A DPF é composta pela dívida interna e externa. A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) avançou 0,26%, encerrando janeiro em R$ 8,330 trilhões. Já a Dívida Pública Federal externa (DPFe) apresentou recuo de 4,75%, para R$ 310,59 bilhões, indicando redução na exposição a compromissos fora do país.

A participação de investidores estrangeiros na DPMFi cresceu de 10,35% em dezembro de 2025 para 10,69% em janeiro de 2026, segundo o Tesouro. Em termos absolutos, o estoque de títulos nas mãos de não residentes aumentou R$ 30,63 bilhões, passando de R$ 859,64 bilhões para R$ 890,27 bilhões no período.

Apesar do avanço dos estrangeiros, as instituições financeiras seguem como maiores detentoras da dívida interna, com 31,92% do estoque em janeiro, ante 32,88% em dezembro. Os fundos de investimento ampliaram sua fatia de 20,79% para 21,36%, enquanto o grupo de previdência passou de 22,76% para 22,66%. Já as seguradoras elevaram sua participação de 3,47% para 3,63%, reforçando a diversificação na base de credores do governo.

(*Com informações do Estadão Conteúdo)

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