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Dólar volta a R$ 5,40 com forte alta; Ibovespa B3 fecha semana em queda
Publicado 21/11/2025 • 18:52 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 21/11/2025 • 18:52 | Atualizado há 2 meses
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Dólar
O dólar comercial fechou a sexta-feira (21) em forte alta de 1,18%, encerrando vendido a R$ 5,401, depois de bater R$ 5,432 na máxima, o maior valor em mais de um mês, desde 17 de outubro, quando chegou a R$ 5,405.
O movimento refletiu a combinação de cautela global, indicadores divergentes nos Estados Unidos e preocupação fiscal no Brasil — fatores que eclipsaram até mesmo a zeragem do tarifação norte-americano sobre produtos brasileiros.
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A pressão ganhou tração após declarações do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sobre a votação da chamada “pauta-bomba” da aposentadoria especial de agentes comunitários e de combate a endemias, estimada em R$ 5,5 bilhões até 2030.
A leitura de risco fiscal elevou a defesa pela moeda americana, mesmo com queda nos rendimentos dos Treasuries. No mercado de juros, os DIs futuros tiveram ajustes moderados: DI 2027 em 13,630%, DI 2029 em 12,900% e DI 2031 em 13,245%, todos refletindo maior prêmio de risco.
O Ibovespa B3 encerrou em queda de 0,39%, aos 154.770,10 pontos, pressionado pelo ambiente externo adverso e pelo impacto da disparada do dólar sobre ativos locais.
A aversão ao risco dominou o pregão, com investidores reduzindo exposição a emergentes e buscando proteção diante das incertezas fiscais domésticas.
Entre as blue chips, Petrobras PN (-0,85%) e Gol (-0,57%) recuaram, enquanto Ambev (+1,57%) e Cogna (+1,89%) sustentaram parte do índice com desempenho positivo.
No grupo das maiores altas, destaque para Gafisa (+11,89%), PDG (+8,14%) e Tronox PNA (+7,04%). Já as quedas mais expressivas ficaram com Alfa Holdings (-21,41%), Fica Empreendimentos (-13,49%) e MRS Logística (-11,43%), refletindo forte seletividade do mercado.
Os juros curtos seguem ancorados, com o DI 19/11 em 14,90%, enquanto o Índice DI 21/11 permaneceu em 53.452 pontos. O VIX brasileiro teve leve recuo, para 16,94 pontos (-0,53%), mas sem força para alterar o tom negativo do mercado, dominado pela disparada do dólar e pela preocupação com o cenário fiscal.
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