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Golpe mira beneficiários do FGC: app falso instala trojan bancário em celulares Android
Publicado 14/01/2026 • 09:21 | Atualizado há 4 semanas
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Publicado 14/01/2026 • 09:21 | Atualizado há 4 semanas
A Kaspersky identificou uma nova campanha de fraude digital direcionada a beneficiários do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), voltada a investidores que aguardam ressarcimentos após a liquidação de uma instituição financeira. Segundo a empresa de cibersegurança, trata-se da primeira ofensiva conhecida especificamente desenhada para explorar esse público.
O golpe envolve um aplicativo fraudulento para dispositivos Android, que promete acompanhar o processo de pagamento do FGC, mas que, na prática, instala um trojan bancário capaz de roubar informações financeiras, permitir controle remoto do aparelho e até realizar mineração de criptomoedas sem o conhecimento da vítima.
Leia também: Banco Master: demora do FGC nos pagamentos é irregular pela lei? Entenda
A fraude começa com um site falso que oferece um suposto serviço de acompanhamento simplificado do ressarcimento do FGC. Ao acessar a página, o usuário é induzido a baixar um aplicativo que imita visualmente apps legítimos disponíveis na Google Play Store, utilizando interfaces e elementos gráficos conhecidos para transmitir credibilidade.
Após a instalação, no entanto, o aplicativo infecta o celular com o trojan bancário BeatBanker, que pode:
Segundo a Kaspersky, o objetivo central da campanha é explorar o momento de vulnerabilidade de investidores que aguardam valores do FGC, aproveitando-se da ansiedade por informações sobre o pagamento.
Leia também: Banco Master: por que o FGC ainda não iniciou os pagamentos?

Print de tela do app feito pela Kaspersky
A empresa reforça que o FGC não exige a instalação de aplicativos externos para consulta ou acompanhamento de ressarcimentos e recomenda que usuários:
O BeatBanker é um trojan bancário móvel relativamente novo, desenvolvido por cibercriminosos brasileiros e já identificado em campanhas anteriores, como no período pós-fraude do INSS. À época, o malware foi disseminado por meio de aplicativos fraudulentos que se passavam por serviços legítimos voltados a beneficiários que aguardavam reembolsos, explorando um contexto de alta vulnerabilidade das vítimas.
Altamente sofisticado, o BeatBanker é capaz de roubar credenciais e dados financeiros de aplicativos bancários, realizar mineração clandestina de criptomoeda (Monero) e operar como um controle remoto avançado (RAT), permitindo o controle total do dispositivo infectado. Para evitar a detecção, o trojan se disfarça de app legítimo, monitora o uso do aparelho e emprega técnicas incomuns de persistência, como a reprodução contínua de um áudio quase imperceptível, garantindo que o malware permaneça ativo em segundo plano.
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