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Congresso tirou R$ 1 bilhão do ajuste fiscal, diz Haddad
Publicado 20/12/2024 • 13:20 | Atualizado há 2 anos
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Publicado 20/12/2024 • 13:20 | Atualizado há 2 anos
KEY POINTS
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ofereceu nesta sexta-feira (20) um café da manhã para jornalistas com o objetivo de fazer um balanço da atuação do órgão nos últimos dois anos. Segundo ele, as mudanças feitas pelo Congresso Nacional no pacote de corte de gastos vão reduzir a economia em aproximadamente R$ 1 bilhão.
A principal mudança feita pelo Congresso Nacional no pacote enviado pelo ministério foi em relação ao fundo constitucional do Distrito Federal – o relator retirou o dispositivo que tratava da mudança nos critérios de repasse.
“Nós precisamos buscar o equilíbrio fiscal tanto pelo lado da despesa quanto pelo lado da receita. Havia uma crítica inicial de que nós estávamos pensando no primeiro ano de governo muito do lado da
receita, o que agora foi desmentido”, afirmou o ministro na coletiva.
Durante a coletiva de imprensa, Haddad também afirmou que a “escorregada” no dólar vai precisar ser corrigida nos próximos meses. Ele também destacou a atuação do Ministério da Fazenda, e defendeu que o corte de gastos precisa ser uma medida contínua, e não uma situação de momento.
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Siga o Times | CNBCO ministro também disse que o Banco Central tem a preocupação apenas com a meta de inflação, e que não deve se preocupar com mais nenhum outro aspecto da economia. Afirmou, também, que é muito cedo para falar dos impactos políticos do ajuste fiscal sobre a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O ministro também falou sobre as eleições de 2026. “Não me entendo como candidato em 2026. Não dá para antecipar, no Brasil, um país tão instável politicamente, antecipar cenário”, disse ele.
Haddad também afirmou que acredita que o presidente Lula “tem todas as condições, pela experiência que tem, pelo compromisso que tem, pelo símbolo que representa, de chegar competitivo em 2026 estando atento ao que precisa ser feito”.
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