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Produção industrial cresce 1,8% em janeiro, maior alta desde 2024
Publicado 06/03/2026 • 13:39 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 06/03/2026 • 13:39 | Atualizado há 4 meses
KEY POINTS
Produção industrial.
Pixabay.
A produção industrial brasileira avançou 1,8% em janeiro de 2026 na comparação com dezembro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (6) pelo IBGE. O resultado é a maior expansão mensal desde junho de 2024, quando a alta foi de 4,4%.
Na comparação com janeiro do ano passado, a indústria registrou crescimento de 0,2%, interrompendo três meses consecutivos de retração, em dezembro (-0,1%), novembro (-1,4%) e outubro (-0,5%). No acumulado de 12 meses, o setor apresenta alta de 0,5%.
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Apesar do avanço, o nível de produção permanece 15,3% abaixo do recorde alcançado em maio de 2011. Por outro lado, a atividade já está 1,8% acima do patamar pré-pandemia, registrado em fevereiro de 2020.
Entre os destaques positivos, os maiores impactos vieram de produtos químicos (6,2%), veículos automotores, reboques e carrocerias (6,3%) e coque, derivados do petróleo e biocombustíveis (2,0%). Os dois primeiros setores interromperam dois meses consecutivos de queda, enquanto o segmento ligado ao refino acumulou crescimento de 7,1% em dois meses.
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Outros resultados positivos relevantes vieram de indústrias extrativas (1,2%), metalurgia (4,1%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (6,5%), bebidas (4,1%), produtos de metal (2,3%) e equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos (3,3%).
Na direção oposta, seis atividades registraram recuo. A principal pressão negativa veio do setor de máquinas e equipamentos, que caiu 6,7% e acumulou perda de 11,8% em dois meses. Também houve quedas em produtos alimentícios (-0,8%) e em celulose, papel e produtos de papel (-1,9%).
Entre as grandes categorias econômicas, bens de consumo duráveis apresentaram o avanço mais forte no mês, com alta de 6,3%, recuperando parte da queda acumulada no fim de 2025. Também houve crescimento em bens de capital (2,0%), bens intermediários (1,7%) e bens de consumo semi e não duráveis (1,2%).
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