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Em decisão final como relator, Toffoli manda enviar material do celular de Vorcaro ao STF
Publicado 06/03/2026 • 19:16 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 06/03/2026 • 19:16 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
SCO/STF
Dias Toffoli, ministro do Supremo Tribunal Federal, deixou a relatoria do caso Banco Master em fevereiro, após o avanço de suspeitas envolvendo sua atuação nas investigações.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli ressaltou, em nota divulgada pelo seu gabinete, que a última decisão proferida por ele na relatoria do Banco Master foi para determinar que a Polícia Federal encaminhasse o material colhido no celular do banqueiro Daniel Vorcaro ao Supremo.
Toffoli deixou a relatoria do caso em 12 de fevereiro, após o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, entregar ao presidente do Supremo, Edson Fachin, um relatório com mensagens extraídas do celular de Vorcaro que faziam menções a Toffoli.
A nota de Toffoli detalhando o histórico de sua atuação foi divulgada após o atual relator, André Mendonça, determinar a prisão preventiva de Vorcaro, que estava em prisão domiciliar desde novembro do ano passado.
O ministro ainda destacou que determinou, em 14 de janeiro, que o material apreendido fosse encaminhado aos “agentes investigatórios, jamais tendo sido acautelado no Supremo Tribunal Federal”.
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Siga o Times | CNBCEm um primeiro momento, Toffoli decidiu que o material deveria ficar lacrado e guardado na sede do STF. Depois que a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a reconsideração da medida, Toffoli recuou e permitiu a PGR ter acesso às provas.
“Até o dia 12 de fevereiro de 2026, data em que deixei a relatoria do caso, nenhum material havia sido encaminhado ao Supremo Tribunal Federal”, salientou Toffoli.
“Feitos esses registros, ressalto que desde que assumi a relatoria da Operação Compliance Zero até deixar a relatoria, deferi todas as medidas requeridas pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República, as investigações continuaram a ser realizadas normalmente e de forma regular, sem prejuízo da apuração dos fatos e nenhum pedido de nulidade foi deferido”, concluiu o ministro.
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