Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Expert XP 2026: BC busca equilíbrio entre controle da inflação e atividade econômica, diz Galípolo
Publicado 24/07/2026 • 15:42 | Atualizado há 54 minutos
Claude Opus 5, novo modelo de IA da Anthropic, rivaliza com o Fable 5 e é mais barato
Trump impõe novas tarifas “abrangentes” a 60 parceiros comerciais após o vencimento de tarifas globais temporárias
Pentágono reduz número oficial de mortos na guerra contra o Irã
Tesla cai 14,5% e Alphabet recua 7,1% com preocupação sobre retorno dos investimentos em IA
Ataque hacker da OpenAI à Hugging Face desencadeia projeto de lei do “interruptor de segurança da IA” no Congresso dos EUA
Publicado 24/07/2026 • 15:42 | Atualizado há 54 minutos
KEY POINTS
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta sexta-feira (24), durante a Expert XP 2026, que o Copom trabalha com diferentes cenários para conduzir a política monetária e encontrar a trajetória capaz de aproximar a inflação da meta de 3%, com o menor impacto possível sobre a economia.
Em conversa com Caio Megale, economista-chefe da XP, Galípolo explicou que a autarquia avalia diferentes “planos de voo”, que incluem possibilidades de pausa e retomada no ciclo de juros.
Segundo ele, o BC busca entender como a manutenção dos juros elevados influencia as expectativas de inflação. “A sensação que tenho é a de que, em alguns momentos dessa pausa, estamos tentando esperar para ver como isso vai influenciar as expectativas. Essa pausa para observar pode ser algo a se considerar para o segundo semestre – esse ‘plano de voo’ do Banco Central – e como devemos ler esse movimento”, completou.
Galípolo também destacou que as expectativas de inflação seguem entre as principais variáveis monitoradas pelo Banco Central. Ele citou as pesquisas Firmus e Focus como instrumentos para acompanhar diferentes percepções da economia e reforçou que as decisões da autoridade monetária não são baseadas apenas no mercado financeiro.
De acordo com o presidente do BC, esses dados não confirmam a percepção de que instituições financeiras elevariam projeções para influenciar a política monetária. Segundo ele, as expectativas coletadas pela Firmus, que reúne empresas não financeiras, têm ficado em grande parte das medições iguais ou superiores às da Focus.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCAo comentar os juros elevados, Galípolo afirmou que a ideia de que a alta da Selic beneficia todo o mercado financeiro não se sustenta. Segundo ele, a taxa funciona como desconto na precificação dos ativos e também afeta o custo de captação das instituições financeiras.
No cenário internacional, o presidente do BC apontou a inteligência artificial como um dos principais temas em discussão. Ele destacou o debate entre os possíveis efeitos inflacionários da tecnologia e os ganhos de produtividade que podem aliviar pressões sobre preços. Também avaliou que o Brasil está em posição favorável no mercado de energia por ser exportador líquido de petróleo.
Sobre crédito, Galípolo afirmou que o aumento do endividamento das famílias, especialmente em modalidades sem garantia como cartão de crédito e rotativo, é um desafio estrutural da economia brasileira. Segundo ele, o processo de modernização desse mercado deve ocorrer de forma gradual, preservando a estabilidade financeira.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
iPhone 18 Pro: quanto vai custar o novo celular da Apple?
2
TIM vai fornecer energia inteligente com IoT, rede privativa e substações para a CPFL em acordo de R$ 60 milhões
3
Dell aposta em notebooks gamer extremos com novos Alienware
4
Sócios da Naskar são presos por fraudes de R$ 900 milhões contra investidores
5
Prudential coloca operação brasileira à venda; negócio pode superar US$ 3 bilhões