Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Ferrovias voltam ao radar do governo com pacote bilionário de concessões
Publicado 17/02/2026 • 21:50 | Atualizado há 2 meses
Meta estende parceria com Broadcom para chips de IA até 2029; Hock Tan deixará conselho
Oracle sobe pelo segundo dia e Bloom Energy dispara 20% com acordo de energia para IA
Guerra no Irã pode custar US$ 1 trilhão ao contribuinte americano, diz acadêmica de Harvard
Trump está bloqueando os portos iranianos no Golfo Pérsico. O que isso significa?
EXCLUSIVO CNBC: Wells Fargo vê avanço nos negócios e aposta em crescimento, diz CFO
Publicado 17/02/2026 • 21:50 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Ministério dos Transportes
Depois de anos com poucos projetos novos saindo do papel, o governo federal prepara uma nova rodada de concessões ferroviárias que pode mobilizar até R$ 140 bilhões em investimentos até 2027. A carteira prevê oito leilões e envolve uma malha extensa, numa tentativa de reaquecer um mercado que passou um longo período com baixa tração no pipeline de grandes concessões.
O Ministério dos Transportes trabalha com a expectativa de iniciar os primeiros certames ainda em 2026. O plano é testar o apetite do investidor por ferrovias em um cenário que, recentemente, viu concessões rodoviárias avançarem mesmo com juros elevados, embora os dois modais tenham dinâmicas e riscos distintos.
Leia também:
“Renascimento” nuclear da França pretende economizar bilhões e descarbonizar o país; entenda
A própria composição da carteira evidencia essa heterogeneidade. Há projetos conectados a trechos já existentes e a corredores logísticos consolidados, o que tende a reduzir incertezas operacionais em comparação com empreendimentos que dependem de múltiplas etapas prévias, como amadurecimento de estudos, licenciamento e definições institucionais.
Dentro do pacote, Corredor Minas–Rio e Extensão Norte da Ferrovia Norte–Sul aparecem entre as iniciativas destacadas pelo governo. Por estarem associados a eixos de transporte já conhecidos e a fluxos de carga relevantes, esses projetos costumam ser classificados como casos em que a previsibilidade tende a ser maior, sem que isso elimine desafios de modelagem e execução.
A carteira também inclui corredores ligados à Malha Sul, além de outros empreendimentos com perfis variados, refletindo a tentativa do governo de combinar projetos mais ancorados em rotas existentes com propostas de maior ambição de expansão.
Leia também:
BRZ e Fica encerram negociações de fusão e plano de ‘IPO reverso’
Na outra ponta, a lista contempla iniciativas como a Ferrogrão, que, pelo histórico de controvérsias e pela necessidade de avançar em frentes de estruturação e governança do projeto, costuma ser vista como um caso que exige mais coordenação institucional para ganhar tração. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), por exemplo, divulgou que trabalha na etapa de apresentação de estudos finais ligados ao empreendimento.
O sucesso da carteira não depende apenas do interesse privado, mas da capacidade do poder público de oferecer um desenho contratual robusto, com alocação de riscos clara e previsibilidade regulatória suficiente para atrair capital de longo prazo. Esse ponto é especialmente sensível em projetos ferroviários, que exigem volumes maiores de investimento e têm maturação mais lenta do que concessões rodoviárias.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
BTG vendeu R$ 6,7 bi em CDBs do Master, sumiu no escândalo e agora caso está na Justiça
2
Naming rights do Allianz Parque darão ao Nubank mídia paga por concorrentes
3
Sam Altman, por quem mais o conhece: “brilhante, mentiroso e não confiável”; quem vai frear o homem mais poderoso da IA?
4
Banco Genial na mira: MP pede 90 dias para concluir inquérito que liga Faria Lima ao PCC
5
Oncoclínicas recorre à Justiça para barrar cobrança antecipada de dívidas