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Flávio chega a 59% de chances de vitória em eleição presidencial de acordo com mercados de previsão
Publicado 21/09/2026 • 08:48 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 21/09/2026 • 08:48 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Agência Brasil
Flávio Bolsonaro (PL) chegou a 59% nos mercados de previsão Kalshi e Polymarket neste fim de semana, em contratos relacionados à eleição presidencial de 2026.
Na Kalshi, o senador aparecia com 59% no domingo (20), enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrava 42%, segundo dados da plataforma divulgados pela CNN Brasil. Os valores variam conforme as negociações realizadas pelos usuários.
Na Polymarket, Flávio aparecia nesta segunda-feira (21) com cerca de 59%, enquanto Lula registrava 41%. O mercado sobre a eleição brasileira acumulava mais de US$ 152 milhões em volume negociado.
Os percentuais representam os preços dos contratos negociados nessas plataformas e não correspondem a pesquisas de intenção de voto.
Leia também: Datafolha: Lula tem 46% e Flávio Bolsonaro, 44%, em empate técnico no 2º turno
Kalshi e Polymarket permitem a negociação de contratos vinculados à ocorrência de eventos futuros.
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Siga o Times | CNBCEm uma eleição, por exemplo, os participantes compram ou vendem contratos associados a determinado resultado. Na Polymarket, o contrato ligado a Flávio era negociado a cerca de 59 centavos nesta segunda-feira, valor exibido pela plataforma como aproximadamente 59%. Se o resultado previsto ocorrer, o contrato é liquidado de acordo com as regras do mercado.
O funcionamento é diferente de uma pesquisa eleitoral. Não há seleção de uma amostra representativa da população nem entrevistas com eleitores. Os preços são formados pelas negociações feitas pelos participantes.
Pesquisa Datafolha divulgada em 17 de setembro mostrou Lula com 46% e Flávio com 44% em uma simulação de segundo turno. O resultado configura empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais. O levantamento ouviu 2.002 eleitores em 125 municípios.
No Brasil, a oferta de contratos desse tipo ligados a eleições é proibida desde abril. A Resolução CMN nº 5.298 vedou contratos derivativos vinculados a eventos políticos, eleitorais, esportivos e de entretenimento que não sejam referenciais econômico-financeiros.
Em 24 de abril, a Anatel notificou cerca de 19 mil prestadoras de telecomunicações para bloquear domínios de plataformas de mercados preditivos, após determinação do Ministério da Fazenda. Segundo a agência, a medida atingiu serviços que ofereciam contratos relacionados a eleições, esportes e outros eventos não permitidos pela legislação brasileira.
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