Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Exclusivo: governo exige programas de integridade para grandes contratos públicos, diz ministro da CGU
Publicado 17/12/2024 • 19:50 | Atualizado há 1 ano
Ações asiáticas ligadas a semicondutores sobem após recuperação de concorrentes nos EUA
OpenAI protocola confidencialmente seu pedido de IPO, preparando Wall Street para uma estreia estrondosa na área de IA
Marvell dispara após entrada no S&P 500 e reforça protagonismo na corrida da inteligência artificial
Novo Nordisk e Eli Lilly disputam mercado de pílulas GLP-1 enquanto se preparam para cobertura do Medicare
Nvidia e SK devem anunciar parceria enquanto Huang alerta para escassez prolongada de chips
Publicado 17/12/2024 • 19:50 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
As novas regras para negócios entre o governo e empresas fornecedoras de bens ou serviços estabelecem que as companhias com contratos acima de R$ 290 milhões precisam obrigatoriamente ter um programa de compliance (conformidade) para poderem fechar o negócio, disse o ministro da Controladoria-Geral da União (CGU) Vinícius Marques de Carvalho.
Ele deu uma entrevista exclusiva ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
A regulamentação da medida visa o fortalecimento da ética e transparência na administração pública.
A entrevista foi acompanhada pelo comentarista Fabiano Rosa, advogado especializado em diversidade e negócios.
“As empresas terão um prazo de seis meses após a assinatura do contrato para apresentar um programa de integridade robusto. Caso a CGU considere o programa insuficiente, haverá um período para correções. No limite, a empresa pode perder o contrato com o governo”, destacou o ministro.
Durante a entrevista, o ministro ressaltou que a visão moderna de integridade vai além do combate à corrupção. O foco também abrange questões como:
“Não basta a empresa não ser corrupta para ser íntegra. Ela deve adotar práticas que respeitem a governança, as relações humanas e a sustentabilidade”, explicou Vinícius Marques de Carvalho.
Questionado sobre uma possível desaceleração no ritmo das contratações públicas devido às novas exigências, o ministro foi enfático: “O ritmo será mantido”. Segundo ele, a CGU fornecerá guias e ferramentas para facilitar a adaptação das empresas.
“O objetivo é criar segurança jurídica e previsibilidade. As empresas terão condições de se adequar sem que isso atrase os investimentos essenciais do governo, como obras de infraestrutura, saúde e energia”, completou.
O comentarista Fabiano Rosa pontuou que a iniciativa é uma evolução necessária para o mercado brasileiro. “O compliance não se limita ao aspecto financeiro. Ele também promove uma cultura organizacional íntegra, combatendo práticas nocivas, como assédio e discriminação”, destacou.
Com a CGU responsável pela fiscalização, o decreto promete maior rigor no acompanhamento dos contratos. A regulamentação se soma a programas já existentes, como o Pró-Ética e o Pacto Empresarial pela Integridade, iniciativas que incentivam boas práticas no setor privado.
Siga o Times Brasil no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Seguir no Google“A CGU atuará para garantir o cumprimento dos programas, com foco na integridade e transparência no uso dos recursos públicos. Empresas que não se adaptarem correm o risco de enfrentar sanções severas”, concluiu o ministro.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Operação coordenada conecta Vorcaro e Tanure para inflar artificialmente ações da Ambipar
2
iFood expõe milhões de brasileiros a golpistas e omite fato das autoridades de proteção de dados
3
Nvidia RTX Spark chegou com tudo, menos com preço acessível e um comprador em mente
4
Trump é vaiado no Madison Square Garden antes de jogo das finais da NBA entre Knicks e Spurs; veja o vídeo
5
Venda de investidores de longo prazo não ameaça ciclo de alta do Bitcoin; entenda por que