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Haddad anuncia que Receita Federal ampliará apoio às forças de segurança federais e estaduais
Publicado 31/10/2025 • 21:22 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 31/10/2025 • 21:22 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
Haddad diz que Receita Federal terá papel mais ativo no combate ao crime e apoio às forças de segurança.
A integração entre a Receita Federal e os órgãos de segurança pública deve se intensificar nos próximos meses, segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT-SP). Em declaração concedida nesta sexta-feira (31), Haddad informou que toda a estrutura da Fazenda Nacional está sendo direcionada para colaborar tanto com as forças federais quanto estaduais, incluindo o Ministério Público e a Polícia Federal.
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Haddad enfatizou que o nível de cooperação está crescendo significativamente. “Nós estamos aumentando muito o nosso nível de cooperação. Por isso que eu digo, por mim, que vai se tornar cada vez mais frequente a participação da Receita Federal no apoio aos órgãos de segurança pública. Porque ela tem muita informação”, afirmou o ministro.
Durante entrevista no gabinete do ministério em São Paulo, o ministro detalhou o balanço da Operação Fronteira, divulgado nesta sexta-feira (31), pela Receita Federal. Ele ressaltou que mais de mil pistolas foram apreendidas do crime organizado e destacou a descoberta de um plano de furto das armas, que agora estão sob proteção das Forças Armadas.
Haddad explicou que, internacionalmente, é comum que as receitas nacionais apoiem a segurança pública, pois durante fiscalizações são identificados delitos tributários e de outras naturezas. O ministro acrescentou que diversos órgãos vinculados à Fazenda possuem condições de contribuir para a segurança pública do país.

Em resposta à sugestão do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), sobre o aumento da taxação das apostas para financiar investimentos em segurança, Haddad avaliou a proposta como positiva. Ele argumentou que, globalmente, produtos e serviços com efeitos negativos à sociedade costumam pagar mais impostos.
O ministro reforçou a importância da cooperação entre Legislativo e Executivo no enfrentamento ao crime organizado, destacando que iniciativas estão sendo aprimoradas por relatores no Congresso. “Quanto mais nós cooperarmos, mais fácil vai ser a atividade de combate ao crime organizado”, disse Haddad.
Por fim, Haddad mencionou que, mesmo projetos de adversários políticos têm recebido apoio, citando a sanção recente de uma lei, de autoria do senador Sergio Moro (União Brasil-PR), pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP), que endurece penas para quem tenta obstruir investigações sobre organizações criminosas. “Agora, o Sérgio Moro apresentou uma lei e o presidente achou por bem sancionar a lei do Sérgio Moro. O cara não pode ter uma boa ideia?”, declarou Haddad.
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