Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
“Até a hora final, tem espaço”, diz Tereza Cristina sobre negociação para ser vice de Flávio Bolsonaro
Publicado 03/08/2026 • 18:23 | Atualizado há 3 meses
O que os bilionários de Wall Street estão dizendo sobre a vitória esmagadora dos democratas nas eleições de meio de mandato
Trump fala sobre salão de festas da Casa Branca enquanto Vance atribui derrota republicana à guerra contra o Irã
Empresas hyperscalers e Apple disparam após resultados eleitorais eliminarem incerteza dos investidores
Bilionários da tecnologia sofrem com a vitória esmagadora dos democratas sobre os republicanos
Eleições nos EUA: primeiras urnas fecham enquanto o controle da Câmara e do Senado permanece indefinido
Publicado 03/08/2026 • 18:23 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC.
A senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou nesta segunda-feira (3) que ainda existe espaço para uma mudança na decisão do Progressistas que permitiria sua entrada como vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ela reconheceu, porém, que a possibilidade perdeu força nos últimos dias.
“Tem, até a hora final, tem espaço”, disse a senadora ao ser questionada sobre uma eventual revisão da posição do partido. “Tem ainda dois dias, mas eu acho que a chance hoje diminuiu bastante”, acrescentou, durante conversa com jornalistas na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
O PP decidiu na sexta-feira (31) permanecer neutro na disputa pela Presidência e não convocar convenção nacional para formalizar apoio a uma candidatura. A decisão inviabilizou, até aqui, a indicação de Tereza Cristina para a chapa de Flávio.
Leia também: Flávio Bolsonaro participa de convenções estaduais e tenta definir nome para vice
Tereza Cristina havia aceitado na semana passada o convite feito por Flávio Bolsonaro. O senador chegou a anunciar publicamente o acerto, mas o partido da parlamentar desautorizou a composição horas depois.
Após consultar os diretórios estaduais, a direção nacional do Progressistas informou que a maioria optou pela neutralidade na eleição presidencial.
Flávio afirmou posteriormente que respeitaria a decisão do partido, mas indicou que continuaria tentando reverter o cenário.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCO nome de Tereza Cristina já havia entrado e saído das negociações nas últimas semanas. Em julho, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que a senadora preferia disputar a reeleição ao Senado. Posteriormente, ela mudou de posição e sinalizou a aliados disposição para integrar a chapa presidencial.
Leia também: Com presença de Flávio Bolsonaro e sem Michelle, PL oficializa ex-primeira-dama como candidata ao Senado
Uma eventual mudança de posição do PP não seria suficiente para confirmar Tereza Cristina como vice.
Progressistas e União Brasil integram a Federação União Progressista e, por isso, precisam seguir a mesma orientação nacional na disputa pela Presidência. Integrantes das duas legendas vinham sinalizando preferência pela neutralidade.
A definição precisa ocorrer até quarta-feira (5), prazo final para as convenções partidárias e formalização das coligações.
Flávio Bolsonaro foi oficializado candidato à Presidência pelo PL em 25 de julho sem um nome definido para a vice e sem alianças nacionais formalizadas com outros partidos.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Alertas de bomba atingem voos na França, Itália e Bulgária; caças são acionados
2
Ações da Toyota Industries despencam com plano de compra de $33 bilhões — maior queda em 10 meses
3
Companhias aéreas confirmam ameaças falsas de bomba após alertas atingirem 14 voos na Europa
4
Entidades criticam manutenção da taxa de juros; comércio vê cautela como necessária
5
“Master paraguaio”: escândalo de mais de US$ 167 milhões tem queda do presidente do Banco Central, dinheiro de clientes bloqueado e protestos pelo país