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Confiança da Construção inicia 2026 em alta, mostra FGV
Publicado 27/01/2026 • 09:26 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 27/01/2026 • 09:26 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Faturamento da indústria de materiais de construção cresce em dezembro, mas setor fecha 2025 em retração
Confiança da Construção inicia 2026 em alta, mostra FGV
A construção iniciou 2026 com melhora na confiança. O Índice de Confiança da Construção (ICST), calculado pelo FGV IBRE, subiu 2,8 pontos em janeiro, alcançando 94,0 pontos. O resultado representa o maior nível desde março de 2025, quando o indicador marcou 94,9 pontos.
Na média móvel trimestral, o índice também avançou, com alta de 0,8 ponto, sinalizando uma leitura mais favorável no início do ano para o setor de construção.
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Segundo a FGV IBRE, a recuperação ocorre após o fechamento de 2025 em queda. O movimento foi sustentado pela melhora dos dois componentes do indicador. A perspectiva de mais investimentos em infraestrutura, contratações recordes do programa Minha Casa, Minha Vida e mudanças nas regras de financiamento habitacional para a média e alta renda contribuíram para o avanço da confiança.
De acordo com Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção do FGV IBRE, há expectativa de alívio no custo do crédito ao longo do ano. Em contrapartida, a restrição de mão de obra segue como um desafio relevante para o desempenho da construção nos próximos meses.
O Índice de Situação Atual da Construção (ISA-CST) avançou 2,4 pontos em janeiro, atingindo 93,4 pontos, maior patamar desde março de 2025. Dentro do indicador, a avaliação da situação atual dos negócios subiu 1,2 ponto, para 92,1 pontos, enquanto o volume da carteira de contratos cresceu 3,6 pontos, chegando a 94,9 pontos.
Os dados indicam melhora na percepção das empresas sobre as condições correntes da construção, com destaque para a retomada do nível de contratos.
O Índice de Expectativas da Construção (IE-CST) teve alta de 3,0 pontos, alcançando 94,6 pontos em janeiro. O indicador de demanda prevista para os próximos três meses subiu 5,1 pontos, para 97,2 pontos, enquanto a tendência dos negócios nos próximos seis meses avançou 1,0 ponto, chegando a 92,0 pontos.
Apesar do avanço das expectativas, a utilização da capacidade instalada apresentou recuo. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) da construção caiu 1,1 ponto percentual, para 77,4%. Os NUCIs de mão de obra e de máquinas e equipamentos também recuaram, para 78,4% e 73,0%, respectivamente.
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