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Inflação da zona do euro sobe a 2,5% em março, supera meta do BCE e é pressionada por alta da energia
Publicado 31/03/2026 • 07:09 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 31/03/2026 • 07:09 | Atualizado há 2 meses
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A zona do euro apresentou superávit comercial de 7 bilhões de euros em fevereiro, segundo dados publicados pela Eurostat.
A inflação na zona do euro avançou para 2,5% em março, segundo os dados preliminares mais recentes divulgados pela Eurostat nesta terça-feira (31). O índice estava em 1,9% em fevereiro e ficou bem acima da meta de 2% estabelecida pelo Banco Central Europeu (BCE).
O aumento reflete, em grande parte, uma forte alta nos preços da energia desde que os Estados Unidos e Israel lançaram sua operação militar contra o Irã no fim de fevereiro. Economistas consultados pela Reuters esperavam uma leitura de 2,6%.
A Eurostat informou que o componente de energia do índice de inflação deve ter subido para 4,9% em março, ante -3,1% em fevereiro. A inflação também foi impulsionada pelos serviços (3,2%, contra 3,4% em fevereiro) e por alimentos, álcool e tabaco (2,4%, frente a 2,5% no mês anterior).
Leia também: O que é a zona do euro e qual é o papel do BCE diante dos desafios futuros?
A presidente do BCE, Christine Lagarde, afirmou na semana passada que o banco central está acompanhando de perto os dados regionais e responderá com aumentos de juros, se necessário, mesmo que a alta da inflação se mostre temporária.
A autoridade monetária já revisou suas projeções de crescimento e inflação para o médio prazo e agora espera crescimento econômico de 0,9% em 2026, com a inflação cheia atingindo, em média, 2,6% no ano.
O dado de inflação é a evidência mais recente de uma desaceleração iminente na zona do euro. O sentimento econômico, a confiança do consumidor, as expectativas de emprego e o crescimento da produção do setor privado foram afetados pelo início da guerra no Irã — um conflito que a Europa vê como uma guerra liderada pelos Estados Unidos por escolha, e não por necessidade.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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