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Lote de água Crystal sem gás é recolhido após identificação de bactéria em análise

Publicado 03/06/2026 • 08:47 | Atualizado há 58 minutos

KEY POINTS

  • A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quarta-feira (03) uma resolução que comunica o recolhimento voluntário da Água Mineral Natural sem Gás da Crystal.
  • A medida de recolhimento voluntário foi iniciada após a emissão de laudo do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF).
  • O laudo identificou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostra do produto coletada durante ação de rotina da Diretoria de Vigilância Sanitária do Distrito Federal (Divisa/DF) para análise de alimentos.

Intagram/Reprodução

A Anvisa publicou uma resolução que comunica o recolhimento voluntário da Água Mineral Natural sem Gás da Crystal.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quarta-feira (03) uma resolução que comunica o recolhimento voluntário da Água Mineral Natural sem Gás da Crystal, lote LZ1 VAL200127 3 P 200126, pela empresa.

A medida de recolhimento voluntário foi iniciada após a emissão de laudo do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF), que identificou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostra do produto coletada durante ação de rotina da Diretoria de Vigilância Sanitária do Distrito Federal (Divisa/DF) para análise de alimentos.

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De acordo com a fabricante, o lote é composto por 374,4 mil garrafas de 500 ml. As unidades foram distribuídas no Distrito Federal, em cidades vizinhas de Goiás, em Tocantins e no interior de São Paulo. Segundo a empresa, até o momento não há registro de reclamações de consumidores relacionadas a esse lote nos canais oficiais de atendimento.

O teste de contraprova, que gerou o Laudo de Análise Fiscal Definitivo, foi realizado conforme previsão do Guia para Harmonização de Procedimentos no Âmbito do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), e o resultado confirmou a presença da bactéria na amostra analisada. Com isso, a Divisa/DF determinou a interdição local e comunicou o caso à Anvisa.

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A orientação é que os consumidores verifiquem se possuem unidades do lote LZ1 VAL 200127, fabricado em 20/01/2026 e com validade até 20/01/2027. Caso tenham o produto em casa, não devem consumi-lo e precisam aguardar as orientações públicas da empresa sobre devolução e reembolso.

De acordo com as informações apresentadas pela empresa à Anvisa, o recolhimento do produto foi iniciado imediatamente em distribuidoras, e cerca de 99,2% das unidades do lote já não estariam mais disponíveis nas prateleiras para compra pelo consumidor.

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Fiscalização

A Anvisa informou que a medida vale apenas para unidades do lote LZ1 VAL 200127, fabricado em 20 de janeiro de 2026, com validade até 20 de janeiro de 2027. O produto foi produzido na unidade de Luziânia (GO), cidade localizada a cerca de 60 quilômetros de Brasília.

Além do recolhimento, a determinação proíbe a venda, a distribuição e o uso dos produtos pertencentes a esse lote.

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A empresa apresentou à Anvisa documentos que apontam a realização de uma investigação interna para apurar o caso e identificar as possíveis causas do problema. Representantes da fabricante também se reuniram com a agência e prestaram esclarecimentos, afirmando que estão colaborando com as autoridades sanitárias.

A apuração continua em andamento, com acompanhamento da Anvisa e das vigilâncias sanitárias responsáveis. Até o momento, segundo a agência, os dados disponíveis — incluindo o laudo fiscal e as informações apresentadas pela empresa — indicam que a ocorrência está restrita ao lote informado.

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