Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Lula chega à Indonésia para giro asiático e reunião com Trump
Publicado 22/10/2025 • 11:39 | Atualizado há 9 meses
‘A Odisseia’ impulsiona ações da Imax a um recorde histórico; CEO chama esse impulso de “ciclo virtuoso”
ChatGPT domina primeiros gastos com I.A no Congresso dos EUA enquanto parlamentares discutem regulação
Petróleo cai mais de 4% após Trump cancelar ataque planejado contra o Irã
EUA e Japão confirmam intervenção conjunta no iene e sinalizam novas ações
“Homem-Aranha: Um Novo Dia” alcança a 2ª maior estreia da história com US$ 927 mi em bilheteria
Publicado 22/10/2025 • 11:39 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou nesta quarta-feira (22), em Jacarta, capital da Indonésia, para um giro por países da Ásia, marcado pelo encontro dele com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A viagem é a terceira do ano a países da Ásia e integra uma estratégia desenhada no Palácio do Planalto de busca de parceiros econômicos alternativos e expansão de mercados, diante da guerra tarifária deflagrada por Trump e da disputa americana com a China.
O Sudeste Asiático é uma das regiões de maior dinamismo econômico do mundo e local de embate direto de influências entre Pequim e Washington. Lula retribuirá em Jacarta a visita feita pelo presidente da Indonésia, Prabowo Subianto, que esteve no Brasil duas vezes: no G-20, em novembro de 2024, e no Rio e em Brasília, em julho de 2025.
Os compromissos começam na quinta-feira, 23. Na sexta (24), Lula visitará a sede da ASEAN, bloco econômico do Sudeste Asiático, que já tem uma relevância para o brasileiro similar à do Mercosul, apesar da distância geográfica. Em 2024, a corrente de comércio do Brasil com a ASEAN (Associação de Nações do Sudeste Asiático) foi de US$ 37 bilhões, pouco a menos que os vizinhos sul-americanos.
O presidente também promoverá evento empresarial, e há interesses da Indonésia em produtos agrícolas e de Defesa, entre outros. A expectativa do Itamaraty é que cerca de 100 empresários brasileiros – e um número similar de indonésios – participem do fórum.
Saiba mais:
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCNovo acordo comercial: Índia deverá reduzir compras de petróleo russo, e EUA poderão cortar tarifas
O governo Lula busca maior equidistância das duas potências econômicas e da disputa econômica sino-americana, embora o País tenha reforçado laços com Pequim e ampliado o comércio, algo que não pretende abrir mão na recomposição de relações com Trump.
Neste ano, Lula também visitou a própria China, em maio, e o Japão e o Vietnã, em março. O governo Lula busca reforçar laços políticos e a parceria estratégica com a Indonésia, maior país de maioria muçulmana do mundo e um mercado de 285 milhões de habitantes. O país sediou a Conferência de Bandung, em 1955, um dos marcos históricos do movimento de não-alinhamento e da era pós-colonial.
Na tarde de sexta-feira, Lula se desloca a Kuala Lumpur, na Malásia, onde participará da 47ª Reunião de Líderes da ASEAN e manterá encontros bilaterais com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi. As duas conversas estão programadas para domingo, 26, no período da tarde. Em fevereiro de 2026, Lula planeja voltar à Índia para uma visita de Estado e conferência sobre inteligência artificial.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Mega-Sena acumula e prêmio principal sobe para R$ 135 milhões
2
TIM vai fornecer energia inteligente com IoT, rede privativa e substações para a CPFL em acordo de R$ 60 milhões
3
Sorteio da Mega-Sena neste domingo pode pagar até R$ 100 milhões
4
O que acontece se a Braskem entrar em recuperação judicial? Entenda os próximos passos
5
O que explica a saída da Prudential do Brasil?