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Lula se reúne com Wellington César, favorito para suceder Lewandowski na Justiça
Publicado 13/01/2026 • 18:03 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 13/01/2026 • 18:03 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou Wellington César Lima e Silva, atual advogado-geral da Petrobras, para uma reunião no Palácio do Planalto que deve selar sua indicação para o Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Por atuar na Petrobras, Wellington César fica no Rio de Janeiro. Ele foi chamado a Brasília para conversar com o presidente nesta terça e receber o convite para assumir a pasta deixada por Ricardo Lewandowski.
O desenho final do Ministério da Justiça e Segurança Pública não está fechado. A tendência é que continue como está, com um possível rearranjo interno que sinalize para uma política mais voltada ao combate ao crime organizado, mas sem que haja uma separação em dois ministérios.
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Siga o Times | CNBCWellington era um dos cotados para assumir a pasta ao lado do ministro da Educação, Camilo Santana, e o atual ministro interino, Manoel Carlos de Almeida Neto. Corriam por fora o ministro da Controladoria-Geral da União, Vinicius de Carvalho, e o advogado Marco Aurélio de Carvalho, do Grupo Prerrogativas.
Wellington contou com o apoio de três figuras influentes do entorno do presidente: o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), e os ministros Rui Costa (Casa Civil) e Sidônio Palmeira (Comunicação Social). Wagner foi o principal fiador da entrada do advogado-geral da Petrobras na Esplanada.
Por 11 dias, em março de 2016, Wellington foi o ministro da Justiça de Dilma. À época, Wagner era o homem-forte do governo, tendo ocupado a Casa Civil. Porém, após o STF estabelecer que ele não poderia acumular o cargo no Executivo e a carreira no Ministério Público, Wellington decidiu continuar no MP.
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