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Petróleo avança 5% em sessão volátil e acumula alta histórica com crise no Ormuz
Publicado 31/03/2026 • 18:29 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 31/03/2026 • 18:29 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: Canva
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Os contratos futuros de petróleo para maio de 2026 fecharam em alta de 5%, a US$ 103,97 por barril nesta terça-feira, 31. O contrato para junho, no entanto, caiu 3,2%. Já o WTI para maio recuou 1,46%, a US$ 101,38, após um dia marcado por forte volatilidade e mudanças súbitas de direção. O mercado reagiu a sinais ainda incertos, mas mais sólidos, de uma possível desescalada do conflito entre Estados Unidos e Irã.
Pela manhã, uma reportagem do The Wall Street Journal indicou que Donald Trump estaria disposto a encerrar a guerra mesmo com o Estreito de Ormuz parcialmente fechado. A notícia trouxe alívio inicial e sustentou os preços.
No início da tarde, o presidente iraniano Masoud Pezeshkian afirmou que o país aceita encerrar o conflito, desde que haja garantias contra novos ataques. Pouco depois, o chanceler Abbas Araghchi elevou o tom ao dizer que Teerã não aceita apenas um cessar-fogo, mas exige o fim definitivo da guerra. Ele confirmou contatos com os EUA, mas negou negociações formais.
O mês de março foi marcado por uma disparada histórica. O Brent acumulou valorização de 63% no mês e de 72,56% no trimestre, enquanto o WTI registrou seu maior avanço mensal desde 2020: 51,27% em março 76,56% no trimestre.
A alta recente foi impulsionada pela guerra e pelo fechamento do Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de um quinto da energia consumida globalmente. O bloqueio, em resposta aos ataques iniciados no fim de fevereiro, desencadeou uma crise energética com efeitos imediatos sobre a inflação e cadeias de abastecimento do mundo inteiro.
A interrupção retirou milhões de barris do mercado e forçou cortes de produção em países do Golfo. Refinarias, sobretudo na Ásia, passaram a operar com restrições.
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