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PF marca novos depoimentos de investigados do caso Master para a próxima semana
Publicado 20/01/2026 • 15:35 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 20/01/2026 • 15:35 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
Divulgação / PF
Primeira fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal
A Polícia Federal marcou novos depoimentos na investigação do Banco Master para o início da próxima semana, na segunda, 26, e na terça-feira, 27. As defesas estão sendo intimadas para essas novas datas.
A PF vai tomar os depoimentos de ex-diretores do Master e do BRB (Banco Regional de Brasília), para apurar suspeitas de irregularidades no negócio de venda do Master, objeto da primeira fase da Operação Compliance Zero. Estão previstos depoimentos de nove pessoas, como os ex-dirigentes do Master Augusto Lima e Antônio Bull e gestores do BRB que participaram do negócio.
Inicialmente, a PF também previa tomar novos depoimentos do dono do Master, Daniel Vorcaro, e do ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, que já tinham sido ouvidos em uma acareação, mas os investigadores decidiram adiar.
Esse cronograma foi alterado após uma ordem do relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Dias Toffoli, que determinou que os depoimentos deveriam ser realizados durante dois dias consecutivos em uma sala do próprio tribunal.
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A PF pretendia ouvi-los ao longo da última semana de janeiro e da primeira de fevereiro, mas teve que alterar o planejamento por causa da ordem do ministro.
Foi mais uma rusga de Toffoli com os investigadores. O ministro também determinou que os celulares apreendidos na segunda fase da Operação Compliance Zero deveriam ficar acautelados somente na Procuradoria-Geral da República, restringindo o acesso da PF.
Na sua decisão inicial, Toffoli tinha determinado que a PF enviasse todos os itens apreendidos para que ficassem acautelados no STF, antes de decidir como seria feita a análise.
O recuo para que a PGR tivesse acesso ocorreu após a PF e a Procuradoria pedirem a reconsideração da decisão, sob o argumento de que havia risco de perda dos dados obtidos nos celulares se não fosse feita a extração em curto período de tempo, por causa de características envolvendo os aparelhos telefônicos.
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