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PIB dos EUA surpreende e cresce 4,3% no 3º trimestre com força do consumidor
Publicado 23/12/2025 • 11:28 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 23/12/2025 • 11:28 | Atualizado há 5 meses
A economia dos Estados Unidos cresceu a um ritmo bem acima do esperado no terceiro trimestre, impulsionada principalmente pelo forte consumo das famílias, segundo relatório divulgado nesta terça-feira pelo Departamento de Comércio.
O PIB dos EUA, que soma todos os bens e serviços produzidos na maior economia do mundo — avançou 4,3% no período de julho a setembro, de acordo com a primeira leitura do dado. Economistas consultados pela Dow Jones projetavam crescimento de 3,2%.
Os gastos do consumidor cresceram 3,5% no terceiro trimestre, acelerando em relação à alta de 2,5% registrada no segundo trimestre, reforçando o papel do consumo como principal motor da atividade econômica.
Além disso, exportações e gastos do governo também contribuíram positivamente para o crescimento, enquanto uma queda menor do investimento privado fixo ajudou a sustentar o avanço do PIB.
O relatório, originalmente previsto para 30 de outubro, foi adiado devido ao shutdown do governo. Esta divulgação substitui a segunda estimativa, que seria publicada em 26 de novembro. O Bureau of Economic Analysis (BEA) ainda divulgará uma estimativa final posteriormente.
Um indicador acompanhado de perto pelo Federal Reserve, as vendas finais reais para compradores domésticos privados, subiu 3% no trimestre, leve aceleração em relação ao período anterior, sinalizando demanda doméstica resiliente.
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Apesar do desempenho forte da atividade, o relatório reforça que as pressões inflacionárias persistem. O índice de preços de gastos com consumo pessoal (PCE), principal métrica de inflação do Fed, avançou 2,8% no período, enquanto o núcleo do PCE, que exclui alimentos e energia, subiu 2,9%.
Ambos os indicadores ficaram acima das leituras anteriores, de 2,1% e 2,6%, respectivamente, e seguem bem acima da meta de 2% do banco central.
Já o índice de preços encadeado, que considera mudanças no comportamento do consumidor, como a substituição de produtos mais baratos por mais caros, avançou 3,8%, um ponto percentual acima das projeções.
Apesar do tom amplamente positivo do relatório, os mercados financeiros reagiram de forma limitada, já que os dados se referem a um período passado. Os futuros de ações operavam levemente em queda, enquanto os rendimentos dos Treasuries permaneceram elevados.
Em outro destaque do relatório, os lucros corporativos dispararam US$ 166,1 bilhões, alta de 4,2%, após um aumento modesto de US$ 6,8 bilhões no segundo trimestre.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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