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Dino trava julgamento no STF sobre venda de imóveis para capitalizar o BRB
Publicado 08/05/2026 • 16:38 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 08/05/2026 • 16:38 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Dino libera retomada do pagamento de emendas parlamentares suspensas
Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu destaque no julgamento que trata sobre a venda de bens móveis e imóveis públicos pelo governo do Distrito Federal para capitalizar o Banco de Brasília (BRB). A Corte analisava, no plenário virtual, o referendo de decisão do ministro Edson Fachin que autoriza o governo distrital a vender bens para socorrer o banco.
O pedido de destaque desta sexta-feira (8) reinicia a discussão no plenário físico, o que ainda não tem data para ocorrer.
Até a suspensão do julgamento, apenas Fachin tinha votado. Ele defendeu a manutenção da decisão liminar.
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Siga o Times | CNBCEm 24 de abril, Fachin atendeu a um pedido do governo do DF e derrubou uma decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) que suspendia trechos de uma lei distrital que autoriza o governo local a capitalizar o BRB por meio de nove imóveis públicos, incluindo a venda dos terrenos, a estruturação de um fundo imobiliário e a oferta dos bens em um empréstimo.
No pedido ao STF, o Distrito Federal argumentou que a suspensão da lei “ocasiona grave lesão à ordem administrativa, ao interferir diretamente no exercício das competências constitucionais do Poder Executivo e neutralizar os efeitos concretos de lei regularmente aprovada pelo Poder Legislativo local e sancionada pelo Chefe do Executivo”.
Fachin considerou plausíveis as alegações de “grave lesão” e enfatizou “o evidente risco concreto à ordem econômica”, dada a relevância do BRB.
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