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Preços dos imóveis residenciais sobem em 2025; confira as capitais mais caras
Publicado 09/01/2026 • 10:00 | Atualizado há 14 horas
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Publicado 09/01/2026 • 10:00 | Atualizado há 14 horas
KEY POINTS
Foto: Prefeitura de Vitória/Jansen Lube
Preços dos imóveis residenciais sobem em 2025
Os preços de venda de imóveis residenciais no Brasil encerraram 2025 com alta acumulada de 6,52%, o avanço, observado ao longo de todo o ano de 2025 e confirmado pelos dados consolidados de dezembro, representa a segunda maior valorização anual dos últimos 11 anos, ficando atrás apenas do resultado registrado em 2024.
Segundo o Índice FipeZAP, que acompanha o comportamento do mercado imobiliário em 56 cidades brasileiras, incluindo 22 capitais, o movimento reflete a combinação entre demanda aquecida, oferta restrita em grandes centros urbanos e valorização persistente dos ativos imobiliários frente à inflação.
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No último mês de 2025, o índice registrou aumento médio de 0,28%, sinalizando desaceleração em relação a novembro, quando a variação havia sido de 0,58%. Ainda assim, o resultado de dezembro permaneceu acima de indicadores relevantes da economia.
A prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA-15, avançou 0,25%, enquanto o IGP-M ficou praticamente estável, com leve recuo de 0,01%.
Apesar do ritmo mais moderado, a valorização se manteve disseminada. Em dezembro, 44 das 56 cidades monitoradas apresentaram alta nos preços, incluindo 18 capitais.
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Belém, Salvador e Brasília lideraram os ganhos mensais entre as capitais, com variações superiores a 1%. Na outra ponta, Campo Grande, Curitiba, Recife, Belo Horizonte e Porto Alegre registraram recuos pontuais no mês.
A análise demonstra que unidades com um dormitório foram as que mais se valorizaram em dezembro, com alta de 0,69%. Já imóveis com três dormitórios apresentaram leve queda média no período.
No acumulado do ano, o padrão se manteve, apartamentos de um quarto fecharam 2025 com valorização de 8,05%, a maior entre as tipologias analisadas. Imóveis com quatro ou mais dormitórios tiveram o menor avanço médio, de 5,34%.
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O desempenho reforça a preferência do mercado por unidades menores, especialmente em grandes centros urbanos, onde fatores como custo total do imóvel, liquidez e potencial de investimento pesam mais nas decisões de compra.
No recorte anual, a valorização dos imóveis foi generalizada e alcançou todas as cidades da amostra. Entre as capitais, Salvador liderou com folga, acumulando alta de 16,25% em 2025.
João Pessoa, Vitória, São Luís e Fortaleza também registraram ganhos acima de dois dígitos, consolidando o protagonismo de cidades do Nordeste e do Espírito Santo no ranking de valorização.
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Capitais tradicionalmente mais caras, como São Paulo e Rio de Janeiro, tiveram aumentos mais moderados no ano, de 4,56% e 5,21%, respectivamente, ainda assim acima da inflação ao consumidor.
Goiânia e Aracaju fecharam o ano com as menores variações entre as capitais, mas também em terreno positivo.
O preço médio nacional de venda de imóveis residenciais atingiu R$ 9.611 por metro quadrado em dezembro. Entre os tipos de imóveis, unidades com um dormitório apresentaram o maior valor médio, acima de R$ 11,6 mil por metro quadrado, enquanto apartamentos de dois dormitórios tiveram o menor preço médio.
No ranking das cidades, Balneário Camboriú e Itapema, ambas em Santa Catarina, apareceram como os mercados mais caros do País, com valores próximos de R$ 15 mil por metro quadrado.
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Entre as capitais, Vitória liderou, seguida por Florianópolis e São Paulo. Na outra extremidade, Aracaju, Teresina e Natal registraram os menores preços médios entre as capitais monitoradas.
| Capital | Preço por M² |
|---|---|
| Vitória–ES | R$ 14.108 |
| Florianópolis–SC | R$ 12.773 |
| São Paulo–SP | R$ 11.900 |
| Curitiba–PR | R$ 11.686 |
| Rio de Janeiro–RJ | R$ 10.830 |
| Belo Horizonte–MG | R$ 10.642 |
| Maceió–AL | R$ 9.836 |
| Brasília–DF | R$ 9.754 |
| Fortaleza–CE | R$ 8.963 |
| São Luís–MA | R$ 8.617 |
| Recife–PE | R$ 8.446 |
| Belém–PA | R$ 8.341 |
| Goiânia–GO | R$ 8.139 |
| Salvador–BA | R$ 7.972 |
| João Pessoa–PB | R$ 7.970 |
| Porto Alegre–RS | R$ 7.505 |
| Manaus-AM | R$ 7.189 |
| Cuiabá–MT | R$ 6.801 |
| Campo Grande–MS | R$ 6.330 |
| Natal–RN | R$ 6.146 |
| Teresina–PI | R$ 5.789 |
| Aracaju–SE | R$ 5.282 |
Com a alta de 6,52% em 2025, o Índice FipeZAP superou com margem confortável tanto a inflação ao consumidor, estimada em 4,18%, quanto o IGP-M, que encerrou o ano em queda.
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O resultado reforça o papel do imóvel residencial como ativo de proteção patrimonial em um ambiente de inflação moderada e custos financeiros ainda elevados.
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