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Receita Federal mira fraudes bilionárias na importação de combustíveis com a Operação Cadeia de Carbono
Publicado 19/09/2025 • 16:24 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 19/09/2025 • 16:24 | Atualizado há 8 meses
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A Receita Federal deflagrou nesta sexta-feira (19) a Operação Cadeia de Carbono, uma ofensiva contra fraudes na importação de petróleo, combustíveis e derivados. O alvo são organizações criminosas que usam empresas de fachada para disfarçar os verdadeiros importadores e movimentar recursos de origem suspeita. O esquema, segundo o órgão, alimenta crimes como lavagem de dinheiro, evasão de divisas e sonegação fiscal.
De acordo com as investigações, companhias sem estrutura real apareciam como responsáveis por cargas avaliadas em centenas de milhões de reais. Na prática, eram “laranjas” para grupos maiores, que se beneficiavam da rede de contratos e brechas fiscais. Como resposta imediata, a Receita reteve duas cargas de navios no Rio de Janeiro, avaliadas em cerca de R$ 240 milhões em petróleo e hidrocarbonetos.
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A operação mobilizou 80 auditores, com apoio de helicópteros, aeronaves e 20 viaturas em cinco estados — Alagoas, Paraíba, Amapá, Rio de Janeiro e São Paulo. Além das retenções em portos e terminais de armazenamento, foram cumpridas diligências em 11 empresas suspeitas, onde documentos, contratos e a própria capacidade operacional estão sendo analisados.
O cerco da Receita não deve parar por aí. O órgão promete auditorias mais profundas, rastreamento de fluxos financeiros e identificação dos beneficiários finais. Uma Instrução Normativa também será publicada nos próximos dias para reforçar as regras de importação de combustíveis, endurecendo o combate a expedientes fraudulentos.
Com a Cadeia de Carbono, a Receita envia um recado direto ao setor: fraudes estruturadas não terão espaço num mercado que movimenta bilhões e impacta diretamente a arrecadação e a concorrência no país.
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