Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Rio pode perder mais de R$ 110 bilhões por ano com redistribuição de royalties
Publicado 17/04/2026 • 20:33 | Atualizado há 4 semanas
Estoques globais de petróleo podem atingir mínimas históricas se Estreito de Ormuz permanecer fechado
Rival da Nvidia, Cerebras estreia perto de US$ 100 bilhões e reforça corrida por chips de IA
Starbucks amplia demissões para recuperar margens e acelerar reestruturação sob Brian Niccol
Carros elétricos chineses chegam ao Canadá e concessionárias disputam espaço para vendê-los
Bolha de chips de IA rivaliza com ações francesas de 1720 e supera Nasdaq da era pontocom
Publicado 17/04/2026 • 20:33 | Atualizado há 4 semanas
KEY POINTS
A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) estima que o Estado pode perder mais de R$ 110 bilhões por ano caso entre em vigor a lei que redistribui royalties do petróleo para Estados e municípios não produtores.
O tema voltou à pauta com o julgamento da ADI 4917 no Supremo Tribunal Federal, marcado para 6 de maio. A ação vai analisar a validade da Lei 12.734/2012, que prevê a redistribuição dos royalties do petróleo para Estados e municípios não produtores.
Leia também: Ibovespa tenta recuperação após queda do petróleo
Em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, Karine Fragoso, gerente geral de Petróleo, Gás, Energias e Naval da federação, afirmou que o debate ganha ainda mais peso em um momento em que a segurança energética voltou ao centro das preocupações globais. “O óleo é necessário. A gente vai continuar produzindo óleo, a gente vai continuar consumindo óleo e seus derivados”, disse.
Segundo a Firjan, o Estado do Rio já acumulou, só em 2025, perdas de R$ 90 bilhões em receitas ligadas ao petróleo. A entidade também afirma que o Estado contribuiu com cerca de R$ 64 bilhões em ICMS pagos a outras unidades da federação, por causa do modelo de tributação de combustíveis no destino.
Na entrevista, Karine disse que o ambiente de instabilidade no setor reforça a necessidade de fortalecer a produção nacional e ampliar o conhecimento sobre novas fronteiras exploratórias. “A gente precisa adicionar novas reservas, a gente precisa avançar”, afirmou.
De acordo com a executiva, o país reduziu seu horizonte de reservas sem reposição equivalente. “Nós tínhamos, no passado, 23 anos futuros de reserva. Nós consumimos dez anos”, disse. “Então, nós tínhamos até o ano passado 13 anos de futuro em reservas.”
Leia também: Trégua no Oriente Médio derruba petróleo e barra avanço do Ibovespa
Karine também avaliou que a pressão sobre oferta, logística e insumos deve continuar afetando o setor mesmo com algum alívio recente no preço do petróleo. “É um mercado cíclico, bastante vulnerável à geopolítica”, afirmou.
Na avaliação da Firjan, uma eventual mudança na distribuição dos royalties ampliaria a perda de receitas de um Estado que já concentra parte relevante dos impactos econômicos e estruturais da indústria do petróleo.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Rival da Nvidia, Cerebras estreia perto de US$ 100 bilhões e reforça corrida por chips de IA
2
Qual será o papel da Azara Capital após comprar a Naskar?
3
Dívidas dos clubes brasileiros batem R$ 16 bilhões em 2025; veja ranking
4
Cidadania italiana é direito absoluto, decide corte suprema em vitória para brasileiros descendentes
5
Enjoei fecha Elo7 após queda de receita e usuários relatam prejuízos; confira