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STF determina arquivamento de investigações ligadas ao inquérito das fake news
Publicado 27/10/2026 • 17:29 | Atualizado há 11 minutos
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Publicado 27/10/2026 • 17:29 | Atualizado há 11 minutos
KEY POINTS
Antonio Augusto/STF
Sede do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília. Lula poderá indicar até quatro ministros à Corte durante seu novo mandato.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou o arquivamento de investigações envolvendo o pastor Silas Malafaia e o deputado federal Eduardo Bolsonaro.
Fachin também reconheceu a extinção da punibilidade do jornalista e escritor Guilherme Fiuza pelo crime de incitação ao crime e mandou arquivar outra investigação contra ele, relacionada à suposta tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
As decisões fazem parte de procedimentos ligados ao chamado inquérito das fake news, hoje sob responsabilidade da Presidência do STF.
A investigação contra Silas Malafaia apurava uma suposta participação do pastor no crime de coação no curso do processo.
Fachin acolheu um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), que concluiu não haver elementos suficientes para confirmar o envolvimento de Malafaia nos fatos investigados.
Com isso, as medidas cautelares impostas ao pastor foram revogadas e eventuais bens apreendidos deverão ser devolvidos.
No caso de Guilherme Fiuza, Fachin reconheceu que o crime de incitação ao crime já estava prescrito.
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Siga o Times | CNBCA última conduta investigada teria ocorrido em dezembro de 2022, e o prazo para eventual punição já havia terminado.
Em outra frente, que apurava suposta tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, a PGR também concluiu que não havia elementos mínimos para sustentar uma acusação.
Por isso, essa investigação também foi arquivada.
Já no caso de Eduardo Bolsonaro, Fachin entendeu que o inquérito já havia cumprido sua função, porque a investigação resultou em denúncia, depois virou ação penal e terminou com condenação do deputado.
Ou seja, o arquivamento do inquérito não representa absolvição de Eduardo Bolsonaro nem anulação da condenação.
Segundo a decisão, a investigação não precisava mais continuar porque o caso já havia avançado para a fase judicial e sido concluído.
Os procedimentos estavam antes sob a condução do ministro Alexandre de Moraes e passaram recentemente para a Presidência do STF. Desde então, Fachin vem analisando os casos ainda pendentes ligados ao inquérito.
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