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TSE forma maioria pela inelegibilidade de Claudio Castro
Publicado 24/03/2026 • 21:02 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 24/03/2026 • 21:02 | Atualizado há 4 meses
KEY POINTS
RODOLFO BUHRER/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro
A ministra do Tribunal Superior Eleitoral, Estela Aranha votou a favor da inelegibilidade do ex-governador ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) nesta terça-feira (24). Ele é acusado de abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.
Castro deve ficar inelegível até 2030. Ele também teria o mandato cassado, mas renunciou ao cargo na última segunda-feira (23) O ex-governador pretende disputar uma vaga no Senado pelo Rio de Janeiro.
Além de Aranha, Floriano de Azevedo Marques acompanhou a relatora, ministra Isabel Gallotti. Com isso, o placar chega a quatro votos a favor da condenação e um contra, formando maioria na Corte para condenar o ex-governador do Rio.
Nunes Marques não viu provas suficientes nem a gravidade necessária para condenar o ex-governador à inelegibilidade até 2030.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBC“Cassações de mandatos, no âmbito da Justiça Eleitoral, constitui, devemos sempre relembrar, são providência excepcional vocacionada ao restabelecimento da soberania popular, sempre que demonstrado que a vontade do eleitor foi comprometida”, disse Nunes Marques. Para o ministro, a suposta conduta apontada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) não teve repercussão eleitoral que pudesse alterar o resultado do pleito.
Segundo a acusação, a Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos (Ceperj) e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) teriam sido utilizadas para contratar mais de 27 mil pessoas com recursos públicos para atuarem como cabos eleitorais de Castro, que visava a reeleição.
O presidente afastado da Assembleia do Estado (Alerj), Rodrigo Bacellar (União-RJ), e o ex-vice-governador Thiago Pampolha (MDB) também são alvos do processo. Em caso de condenação, o trio pode ser cassado e ficar inelegível.
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