Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Opus Entretenimento chega aos 50 anos com expansão nacional e nova estratégia
Publicado 25/05/2026 • 18:30 | Atualizado há 3 meses
Apple agenda evento de lançamento de novo iPhone para 9 de setembro
Meta fecha acordo de US$ 16,7 bilhões em caso de vício em redes sociais com a Califórnia e outros estados
Petróleo dos EUA oscila perto de US$ 80 com queda dos preços diante de expectativas por acordo sobre Ormuz
Serviço da Amazon que Bezos chamou de ‘inteligência artificial artificial’ será encerrado
Investidor apoiado pela Temasek, por trás da Unitree, apresenta Singapura como caminho para robôs chineses chegarem aos EUA
Publicado 25/05/2026 • 18:30 | Atualizado há 3 meses
A Opus Entretenimento anuncia duas novas casas de espetáculos e a entrada na sociedade do festival João Rock enquanto celebra meio século de operação no mercado brasileiro de entretenimento ao vivo. A empresa, que já opera oito venues em seis estados, projeta crescimento acelerado e consolida um modelo de negócio integrado que vai do agenciamento de artistas à venda de ingressos.
As duas novas casas revelam a direção da expansão. Uma será em Canela, no Kempinski Laje de Pedra, com capacidade para 400 lugares, apostando no turismo de luxo da Serra Gaúcha. A outra chega ao Tatuapé, em São Paulo, com espaço para 2.800 pessoas, reforçando a presença da empresa no maior mercado de entretenimento do país. As duas operações seguem padrão internacional e ampliam um circuito que já inclui nomes como Vibra São Paulo, Teatro Bradesco e Teatro Sabesp Frei Caneca.
A entrada no João Rock, festival realizado anualmente em Ribeirão Preto, é outro movimento que chama atenção. A Opus deixa de ser apenas produtora ou parceira eventual e passa a integrar a sociedade de um dos eventos de rock mais tradicionais do interior paulista. É uma aposta no modelo de propriedade de ativos culturais, não apenas na operação.
À frente desse momento de expansão está Lucas Zaffari, que assumiu o comando da empresa como CEO em 2024. Com formação em Administração pela PUCRS e foco em controladoria e compliance, ele representa uma virada gerencial clara: da empresa movida por paixão pelo palco para uma operação com governança estruturada. Em 2025, a criação do Instituto Cultural Opus formalizou o braço de responsabilidade social da companhia, cada vez mais relevante para atrair patrocínios e parcerias com a iniciativa privada.
Os números atuais traduzem a escala do negócio. São mais de 3 mil eventos por ano, cerca de 5 milhões de espectadores e um portfólio que vai do infantil Disney On Ice ao management de artistas como Paula Fernandes, Roupa Nova e Maurício Manieri. A empresa opera sua própria plataforma de ingressos, fechando o ciclo de uma cadeia verticalizada que poucos players no Brasil conseguiram construir.
A história que sustenta tudo isso começou em 2 de maio de 1976, quando Geraldo Lopes fundou a Opus Promoções em Porto Alegre com uma equipe de três pessoas. Em 1984, Carlos Konrath entrou como office boy e se tornaria peça central na construção da empresa por décadas. Juntos, trouxeram ao país artistas como Eric Clapton, Ray Charles, Elis Regina e Rita Lee. Em 2007, a inauguração do Teatro do Bourbon Country marcou a virada para a gestão de casas de espetáculos. Em 2013, Geraldo passou o comando para a família Zaffari, encerrando o ciclo dos fundadores.
Cinquenta anos depois, a Opus chega ao aniversário em modo expansão. O mercado de entretenimento ao vivo no Brasil cresce, a demanda por experiências presenciais se consolida no pós-pandemia e a empresa está posicionada para capturar essa onda com estrutura, escala e um sólido ecossistema.
Maiores Audiências
1
Anel de R$ 6 milhões dado à atriz Marina Ruy Barbosa integra disputa judicial de família dona da Marabraz
2
Resultado da Lotofácil 3771: veja os números sorteados pela Caixa em concurso de R$ 2 milhões
3
Novo iPhone 18 Pro: veja o que muda no celular da Apple
4
iPhone 18 Pro lança mês que vem? Veja a data mais provável
5
EXCLUSIVO: Stark Bank, de Rafael Stark, alvo de duas CPIs no Senado, administra plataforma financeira de Goiás em negócio suspeito