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Criptomoedas: bitcoin cai com tensões EUA-China e realização após máxima em uma semana
Publicado 11/11/2025 • 19:59 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 11/11/2025 • 19:59 | Atualizado há 7 meses
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Bitcoin
O bitcoin opera em queda nesta terça-feira (11), pressionado por novas preocupações sobre as relações comerciais entre Estados Unidos e China.
Investidores também acompanharam expectativas de reabertura do governo e dados fracos de emprego dos EUA, além de pressão sobre o setor de tecnologia em Nova York.
Por volta das 16h43 (de Brasília), o bitcoin caía 2,52%, a US$ 103.136,09 (cerca de R$ 543.524,09, na cotação atual), enquanto o ethereum recuava 2,87%, a US$ 3.451,54 (R$ 18.194,62), segundo dados da Coinbase.
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Segundo o Tickmill Group, o clima no setor de criptomoedas mudou depois que o Wall Street Journal revelou que a China planeja impedir que militares norte-americanos tenham acesso a ímãs de terras raras.
“Essa decisão reacendeu os temores de escalada comercial entre as duas maiores economias, apesar do avanço para resolver a histórica paralisação do governo em Washington”, afirma Patrick Munnelly, do Tickmill — o que provocou fuga de ativos de maior volatilidade.
O recuo ocorre após a criptomoeda ter atingido a máxima em uma semana durante a madrugada, impulsionada por expectativas de que a paralisação recorde do governo dos EUA possa terminar em breve.
Na segunda-feira (10), o Senado aprovou o projeto orçamentário que pode encerrar o mais longo shutdown da história, que gerou um “apagão” de dados econômicos. O texto agora segue para votação na Câmara.
“Assim que a paralisação for resolvida, os mercados voltarão a se concentrar na liquidez“, diz Greg Magadini, diretor de derivativos da Amberdata. “A liquidez abundante continua a sustentar o bitcoin como alternativa às moedas fiduciárias e o ouro como proteção contra a desvalorização”, acrescenta.
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