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Cripto Brasil: como o mercado amadurece, de Wall Street à democratização
Publicado 26/06/2025 • 12:31 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 26/06/2025 • 12:31 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
Na edição desta quarta-feira (25), o Cripto Brasil, programa apresentado por Rita Wu, destacou a maturidade crescente do mercado cripto e seus desdobramentos em escala global.
Em entrevistas com lideranças do setor, o programa abordou como as blockchains públicas estão ganhando relevância para Wall Street, como a tokenização está democratizando o acesso a investimentos no Brasil e como o Bitcoin tem reagido a tensões geopolíticas, reforçando seu papel como reserva de valor em um cenário macroeconômico volátil.
Kristin Smith, presidente do Solana Institute, afirmou que o ecossistema da Solana pode ser favorecido pelas novas regulamentações sobre stablecoins nos Estados Unidos.
Segundo ela, enquanto Wall Street começa a compreender o Bitcoin, o mercado já busca entender o potencial de outras blockchains públicas — como a Solana, que se destaca por sua velocidade, baixo custo e intenso desenvolvimento tecnológico.
João Zecchin, sócio da BRX, destacou que o Brasil está entre os países mais avançados no mercado de tokenização, impulsionado pelas ações do Banco Central.
De acordo com ele, a tecnologia tem potencial para democratizar o acesso a investimentos, alcançando o varejo e promovendo uma nova forma de distribuir ativos financeiros de maneira mais ampla e inclusiva.
Pete Najarian, sócio da RW3 Ventures, analisou o comportamento do Bitcoin diante da escalada da guerra no Oriente Médio.
Segundo ele, o ativo está sendo cada vez mais reconhecido como uma reserva de valor, mesmo em momentos de grande instabilidade. A volatilidade, acrescentou, está diminuindo, o que sinaliza uma nova fase para o mercado de criptoativos.
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