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Trump diz ao Congresso que hostilidades no Irã “foram encerradas”
Publicado 01/05/2026 • 16:57 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 01/05/2026 • 16:57 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
REUTERS/Evelyn Hockstein/File Photo
Donald Trump, presidente dos EUA
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou cartas ao Congresso nesta sexta-feira (1º) argumentando que o cessar-fogo com o Irã encerra qualquer obrigação legal de buscar uma autorização formal para continuar as operações militares, mesmo com o conflito tendo completado 60 dias esta semana, prazo que, pela lei americana, exige justamente essa aprovação.
A Resolução sobre Poderes de Guerra de 1973 determina que o presidente deve obter autorização do Congresso quando um conflito militar atinge esse limite. Trump, no entanto, descartou a exigência.
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“Não houve troca de tiros entre as Forças Armadas dos Estados Unidos e o Irã desde 7 de abril de 2026. As hostilidades foram encerradas”, escreveu o presidente nas cartas enviadas à Câmara e ao Senado. Apesar disso, ele reconheceu que “a ameaça representada pelo Irã permanece significativa”.
Ao deixar a Casa Branca em direção à Flórida, Trump foi ainda mais direto com jornalistas: disse que não buscaria autorização do Congresso “porque nunca foi solicitada antes” e classificou a Lei dos Poderes de Guerra como “totalmente inconstitucional”.
Leia também: Trump: “Irã quer fazer um acordo, mas não estou satisfeito com isso”
A afirmação é falsa. Outros presidentes notificaram o Congresso em conflitos anteriores seguindo os mesmos procedimentos.
Os ataques militares americanos contra o Irã começaram em 28 de fevereiro, mas a notificação formal ao Congresso só ocorreu em 2 de março, data que marcou o início da contagem dos 60 dias. A lei ainda permite que o presidente peça uma prorrogação de 30 dias para retirar tropas com segurança — mecanismo que Trump não mencionou nas cartas.
O tema pressiona o Congresso, onde líderes enfrentam cobranças crescentes sobre se pretendem — ou não — agendar uma votação formal de autorização de guerra.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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