CNBC
Prada é dona da Versace? Entenda quem controla as grandes marcas de luxo

CNBCAções de luxo disparam com proposta de acordo entre EUA e Irã

Empresas & Negócios

AGU aciona STF para garantir negócio bilionário de terras raras com mineradora dos EUA

Publicado 12/06/2026 • 08:34 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • Rede Sustentabilidade entrou com ADPF questionando a compra da Serra Verde pela USA Rare Earth.
  • A AGU sustenta que há um arcabouço normativo, regulatório e institucional voltados para o fortalecimento da governança dos minerais críticos e estratégicos.
  • A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) instaurou um procedimento para investigar a aquisição.
AGU

Governo do Paraná

A Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou uma manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) na qual pede a rejeição da ação movida pelo partido Rede Sustentabilidade. O partido alega que haveria proteção insuficiente do interesse nacional na exploração de minerais estratégicos pertencentes à União, no contexto da venda da Serra Verde à USA Rare Earth.

A AGU sustenta que há um arcabouço normativo, regulatório e institucional, além de uma agenda normativa em desenvolvimento no Executivo e no Legislativo, voltados para o fortalecimento da governança dos minerais críticos e estratégicos, tais como as chamadas terras raras.

Leia também: SpaceX estreia na Nasdaq nesta sexta-feira com o maior IPO da história; saiba os detalhes

Entenda o caso

A resposta ocorreu após o partido entrar com uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 1320), motivada pela compra da goiana Serra Verde pela mineradora norte-americana USA Rare Earth.

Anunciada no dia 20 de abril pelo valor de US$ 2,8 bilhões (aproximadamente R$ 14 bilhões), a transação prevê a criação de uma multinacional líder em terras raras e o fornecimento de metais da mina de Minaçu (GO) por 15 anos a preços mínimos, gerando previsibilidade de receita e reduzindo riscos para a operação.

Sobre esse aspecto, a AGU ressalta que a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) instaurou um Procedimento Administrativo para Apuração de Ato de Concentração (APAC). A finalidade é analisar se a operação societária foi realizada em desacordo com o regime de controle prévio de ato de concentração econômica, conforme exigência da Lei nº 12.529/2011.

Leia também: De startup a US$ 1,8 trilhão: investidores que apostaram na SpaceX colhem ganhos históricos

A AGU defendeu no STF que a ADPF não pode ser utilizada como mecanismo de monitoramento da Administração Pública e de reconfiguração judicial de políticas regulatórias complexas.

“A ADPF não foi concebida como instrumento geral de monitoramento institucional da Administração Pública. Seu cabimento pressupõe lesão ou ameaça a preceito fundamental resultante de ato do Poder Público, dentro de moldura objetiva minimamente definida. Não se destina a instaurar supervisão jurisdicional contínua sobre desenhos regulatórios complexos, tampouco a permitir que essa Corte Suprema passe a funcionar como instância central de auditoria constitucional de políticas administrativas setoriais”, diz um trecho da manifestação.

Times Brasil - CNBC

Siga o Times Brasil no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.

Seguir no Google
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:

🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais

🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562

🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube

🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings

Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no

MAIS EM Empresas & Negócios