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BMW mantém otimismo apesar de nova ameaça tarifária de Trump sobre carros europeus
Publicado 06/05/2026 • 12:23 | Atualizado há 18 minutos
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Publicado 06/05/2026 • 12:23 | Atualizado há 18 minutos
KEY POINTS
Foto de Maria Geller. Pexels
A montadora alemã BMW afirmou nesta quarta-feira (06) que espera uma redução das tensões comerciais entre a União Europeia e os Estados Unidos, apesar da ameaça do presidente Donald Trump de aumentar tarifas sobre carros europeus.
Na semana passada, Trump declarou que pretende elevar a tarifa sobre veículos da União Europeia para 25%, ante 15%, alegando que o bloco não estaria cumprindo um acordo anunciado em julho do ano passado.
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Após sucessivos adiamentos, o Parlamento Europeu concedeu aprovação condicional ao acordo, mas a versão final ainda precisa ser negociada com os Estados-membros — o que tem gerado frustração em Washington.
Em conversa com jornalistas após a divulgação dos resultados trimestrais, o CEO da BMW, Oliver Zipse, afirmou acreditar que as partes devem chegar a um entendimento e evitar impactos adicionais para a indústria automotiva.
“Continuo otimista porque a pressão sobre a União Europeia está aumentando significativamente”, disse o executivo.
Zipse também avaliou que a ameaça de Trump “não foi totalmente inesperada”.
“O lado americano implementou o acordo há mais de oito meses, enquanto o lado europeu ainda não o fez”, acrescentou.
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Segundo o CEO, a BMW está em negociações com autoridades dos EUA para obter alívio tarifário, destacando que a empresa possui sua maior fábrica na Carolina do Sul e é a maior exportadora de automóveis do país.
“Estou confiante de que, ao longo do ano, conseguiremos chegar a algum tipo de acordo compensatório, que funcione para empresas que importam e também exportam”, afirmou.
Ele ressaltou ainda que há apoio por parte do governo americano, mas condicionado à implementação inicial do acordo pela União Europeia.
Ao divulgar seus resultados do primeiro trimestre, a BMW informou que o lucro líquido caiu quase um quarto, para 1,67 bilhão de euros (US$ 1,96 bilhão), impactado pela forte concorrência na China e pelas tarifas comerciais.
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Segundo o diretor financeiro Walter Mertl, as tarifas — incluindo tanto as impostas pelos EUA quanto as da União Europeia sobre veículos elétricos produzidos na China — geraram um custo de cerca de 300 milhões de euros no período.
Mesmo diante do cenário, a montadora manteve sua projeção para o ano, prevendo uma “queda moderada” nos lucros em 2026 em relação ao ano anterior.
Após a divulgação dos resultados, as ações da BMW subiam 5,5% na bolsa de Frankfurt.
Leia mais: Vendas da BMW caem no trimestre; veja os mercados que puxaram o resultado para baixo
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